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Minas Gerais registrou o recorde de 5,8 milhões de...Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saúde Suplementar no país, o IESS promoveu webinar para falar sobre Atenção Primária à Saúde (APS) especialmente em um cenário em que a pandemia de Covid-19 alterou a rotina de muitas operadoras. O objetivo da transmissão foi trazer tendências observadas em APS dentro desse contexto e qual o papel que ela terá nos pacientes que se recuperaram da doença.
A APS reassumiu um papel importante na coordenação de cuidados, propondo uma atenção personalizada de atendimento. Uma equipe multidisciplinar é responsável por orientar e avaliar o paciente, evitando consultas, exames e a presença desnecessária em Pronto Socorro. O objetivo é focar na prevenção e, com isso, aumentar a qualidade de vida.
Participaram do encontro Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do departamento de Saúde da Família da Secretaria de Atenção Primária em Saúde do Ministério da Saúde, Patrícia Pena, Diretora Técnica de Saúde do PASA (Vale) e Alberto Ogata, Pesquisador do Centro de Pesquisa em Administração em Saúde da FGV EAESP e Doutor em Saúde Coletiva. A mediação foi de José Cechin, superintendente executivo do IESS.
Ogata destacou que, nos Estados Unidos, 35% das consultas ambulatoriais são feitas na atenção primária, o que mostra que existe um grande espaço para avançar com esse modelo de atendimento. Para Renata, a pandemia revelou fragilidades nos sistemas de saúde em todo o mundo e os países que tradicionalmente trabalhavam com atenção primária conseguiram superar melhor esse momento. Ela acredita que, entretanto, os resultados são percebidos a longo prazo.
Já para Patrícia, a atenção primária é tudo de melhor que pode acontecer para o paciente. “O desafio é fazer essa mudança cultural em que os trabalhadores ou pacientes deixem de ser apenas empregados expostos a riscos e passem a ser vistos como alguém com melhor capacidade de produção quando se está bem assistido”. Ela pontua que a Covid fez com que as empresas olhassem para os funcionários com mais atenção, principalmente por conta dos grupos de risco, um cuidado individualizado que é parte da APS.
Assista na íntegra abaixo:
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Já está no ar o primeiro episódio do IESSCast, sér...Como falamos no início da semana, no Dia Internacional da Mulher, a data é uma oportunidade para refletir e debater sobre o papel delas na sociedade, suas conquistas, direitos e sobre a saúde. Na publicação no dia 08 mostramos alguns dados de procedimentos de assistência realizados pelas beneficiárias da nossa “Análise da assistência à saúde da mulher na saúde suplementar brasileira entre 2014 e 2019”.
Ainda nesse tema, a nossa Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários também traz uma fotografia das mulheres beneficiárias de planos de saúde de assistência médica.
A publicação mostra que em 2020, havia, em média, 25 milhões de mulheres com planos de saúde de assistência médico-hospitalar, o que representa 53% do total. Desde 2001, o número de mulheres com planos sempre foi superior ao de homens, com diferença média de 3 milhões de vínculos.
A análise mostra que as faixas etárias que mais concentram beneficiárias são dos 25 aos 39 anos. O que tem influência na taxa de cobertura dos planos. A cada 100 brasileiras, 23 possuem plano médico-hospitalar. Essa taxa chega a quase 30% entre as mulheres de 35 a 39 anos e as com 80 anos ou mais. Ou seja, praticamente uma a cada três brasileiras possuem plano de saúde nessas faixas etárias.
A publicação ainda mostra a proporção de mulheres segundo tipo de contratação, modalidade da operadora e segmentação ambulatorial e aponta algumas considerações sobre o perfil das mulheres em comparação com os homens. Em geral, as mulheres cuidam melhor da sua saúde.
Segundo o último “Vigitel Brasil 2018 - Saúde Suplementar”, as beneficiárias de planos de saúde possuem percentual menor de fumantes em comparação com sexo masculino (5,2% em mulheres e 9,2% em homens), de excesso de peso (50,8% versus 63,2%), de obesidade (18,9% vs. 20,5%) e de consumo de refrigerantes (10,1% vs. 15,7%).
Vale ressaltar que o resultado da análise é especificamente para a saúde suplementar. A publicação pode ser acessada na íntegra aqui.
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saú...Como se sabe, hoje é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Mais do que uma comemoração, o dia 8 de março sempre foi marcado por lutas, debate sobre o papel da mulher na sociedade, conquistas de espaços e direitos, como na área de saúde. Além de lembrar dessas e outras questões essenciais, achamos que é um importante momento para a reflexão sobre a saúde da mulher em nosso País.
Por entender que a população feminina requer programas de prevenção e cuidados específicos de saúde, a publicação “Análise da assistência à saúde da mulher na saúde suplementar brasileira entre 2014 e 2019” tem o objetivo de acompanhar alguns procedimentos de assistência realizados pelas mulheres beneficiárias da Saúde Suplementar coletados do “Mapa Assistencial da Saúde Suplementar” da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
O estudo mostra que em 2019, 47,0 milhões de brasileiros, 24,1% da população nacional, possuíam planos de saúde de assistência médico-hospitalar. Desse total, 53,2% (25,0 milhões) eram mulheres. A grande parte delas (61,2%) está no Sudeste, sendo 9,1 milhões em São Paulo, 2,9 milhões no Rio de Janeiro e 2,6 milhões em Minas Gerais e 556 mil no Espírito Santo. Além disso, 16 milhões, ou 64,3%, dos vínculos são de planos coletivos empresariais – fornecidos pelas empresas aos colaboradores.
A análise também mostra que houve uma queda do número de beneficiários em ambos os sexos de 2010 a 2019, maior entre os homens (-4,2%) do que entre as mulheres (-2,9%). Entretanto, observa-se que entre as beneficiárias, a queda não ocorreu igualmente em todas as faixas etárias. O número de beneficiárias com 60 anos ou mais (idosas) cresceu em todos os anos desde 2010, já as faixas etárias de 0 a 19 anos e de 20 a 59 anos seguem em queda desde 2014.
Além dos dados das beneficiárias de planos de saúde, o material também aborda dados sobre a atenção à mulher relativos ao câncer, partos e métodos contraceptivos. O estudo mostra que a procura por exame diagnóstico preventivo de câncer de colo de útero (Papanicolau) tem recuado.
Em 2014, esse procedimento diagnóstico preventivo foi realizado em 47,9 de cada 100 mulheres na faixa etária entre 25 e 59 anos. Em 2019, essa taxa foi de 46,1 e, em 2018, de 44,2 na saúde suplementar. Embora mostre um leve avanço entre 2018 e 2019, os números mostram que é fundamental que as mulheres dessa faixa etária fiquem atentas a este importante aspecto da promoção da saúde e prevenção no que se refere ao câncer de colo de útero.
Outro número chama a atenção. Acelera o ritmo de queda do número de cesáreas entre as beneficiárias de planos de saúde. Houve queda de 12% na taxa de cesarianas e aumento de 5,6% na quantidade de partos normais no período analisado. No intervalo analisado pelo estudo do IESS, o número de cesarianas foi de 466 mil em 2014 para 410 mil em 2019, uma queda de 12%. No mesmo período, o número de partos normais avançou de 78 mil para 82 mil, crescimento de 5,6%.
Por outro lado, o número de internações para a realização da laqueadura tubária (procedimento de anticoncepção definitivo) e implante de dispositivo intrauterino (DIU) tem crescido exponencialmente. Na comparação entre 2014 e 2019 houve aumento de 15,4% no número de internações para laqueadura tubária, saltando de 14,9 mil para 17,2 mil. Já o aumento no número de procedimentos de implante do DIU mais que quadruplicou no período, avançando de 50,9 mil para 205,2 mil.
Vale ressaltar que o resultado da análise é especificamente para a saúde suplementar. A publicação pode ser acessada na íntegra em https://bit.ly/EspeciaisIESS.
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saú...Como já falamos em diferentes momentos, vivenciamos um sistema de assistência à saúde complexo, com falhas de comunicação e coordenação, o que resulta em um cuidado fragmentado e desperdícios. Além disso, a atenção em saúde ainda é especializada e voltada para o tratamento da doença, e não do indivíduo.
Por esses e outros fatores é que o cuidado coordenado é uma importante ferramenta para auxiliar no desenvolvimento do setor de saúde e da atenção prestada ao paciente. Nós já trouxemos aqui os principais elementos, apontamos a conceituação desse modelo e também falamos de como é uma ótima estratégia para a redução de custos no setor.
O tema de hoje também é de extrema importância: os desafios na transição do cuidado. O nosso Texto para Discussão n° 78 “Cuidados Coordenados: uma chave estratégica para um melhor sistema de saúde suplementar” aponta que um documento do Grupo MacColl Institute for Healthcare Innovation, com apoio do The Commonwealth Fund, denominado “Reduzindo a Fragmentação do Cuidado: Um Kit de Ferramentas para Coordenar o Cuidado”7 que traz estratégias práticas para ajudar a implementar ações de coordenação de cuidado elenca alguns desafios:
- Responsabilidade: ela é compartilhada, o que contribui para a ambiguidade sobre quem é o responsável por fazê-lo funcionar bem;
- Comunicação: muitos médicos de atenção primária não têm relações pessoais com especialistas e hospitais, o que pode dificultar a comunicação;
- Tempo e esforços: consultas, encaminhamentos ou transições eficazes geralmente não são reembolsados
- Estrutura: a maioria das práticas de atenção primária não possui pessoal dedicado ou infraestrutura de informações (como um prontuário eletrônico) para coordenar o atendimento de forma eficaz.
Outro importante ponto diz respeito às transições do cuidado. Um importante aspecto a ser levado em consideração tanto quando a prestação de serviços ou a responsabilidade por algum aspecto do cuidado de um paciente é transferida entre duas ou mais entidades de assistência médica ou quando é mantida ao longo do tempo por uma mesma entidade.
Nesse sentido, a publicação aponta dois cenários:
- Transições entre entidades do sistema de saúde – entre membros das equipes, entre diferentes times de profissionais, entre pacientes/cuidadores informais e cuidadores profissionais, nos diferentes níveis de atenção (cuidados primários, especiais, internação, departamento de emergência) ou ainda entre instituições.
- Transições ao longo do tempo - visita inicial e visita de acompanhamento, estágios da vida (desenvolvimento pediátrico, ciclo reprodutivo de mudança das mulheres, necessidades de cuidados geriátricos etc.), na trajetória da doença e da mudança dos níveis de coordenação.
Por fim, o documento aponta os objetivos para que esses desafios sejam mitigados. Conheça:
- Oportuno: os pacientes recebem transições e serviços de consulta necessários sem atrasos desnecessários.
- Seguro: as referências e transições são planejadas e gerenciadas para evitar danos aos pacientes devido a erros médicos ou administrativos.
- Eficaz: referências e transições são baseadas em conhecimento científico e devem ser bem executadas para maximizar seu benefício.
- Centrada no paciente: as referências e transições respondem às necessidades e preferências do paciente e da família.
- Eficiente: as referências e transições são limitadas àquelas que beneficiam os pacientes e evitam a duplicação desnecessária de serviços.
- Equitativo: a disponibilidade e qualidade dos encaminhamentos e transições não variam de acordo com as características pessoais dos pacientes
Ficou curioso para acessar a publicação? Veja agora e saiba como a coordenação dos cuidados pode auxiliar na criação e desenvolvimento de novas ferramentas para a melhor gestão da saúde.
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saú...Se você tivesse que responder qual o foco dos profissionais de odontologia, o que você diria? Para muitas pessoas, ainda não está claro que a saúde bucal não é a única preocupação desses especialistas, mas também manter o pleno estado de saúde do paciente. Esse é o conceito do que chamamos de odontologia sistêmica e integrativa, que observa de maneira mais profunda os sinais e problemas do paciente, de forma individual e de acordo com suas necessidades, a partir de uma visão multidisciplinar e mais humanizada.
Saúde bucal e saúde do indivíduo como um todo estão fortemente relacionadas. Mas, apesar disso, pouco se discute sobre esta inter-relação. Essa nova modalidade se expandiu e ganhou força após a aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares pelo Ministério da Saúde, em maio de 2006. Em junho de 2008, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) também regulamentou outras práticas integrativas, como acupuntura, fitoterapia, hipnose, homeopatia, terapia floral e laserterapia. Liberando assim, dentistas para incluí-las em seu atendimento.
Algumas doenças sistêmicas aumentam a incidência de lesões na mucosa oral, de cárie e de doença periodontal. Por isso, pacientes portadores de diabetes, osteoporose, doenças autoimunes, síndromes diversas ou deficiências vitamínicas devem ter um cuidado mais especial com sua saúde bucal. Da mesma maneira, pacientes que fazem uso de certos medicamentos, como os quimioterápicos, que possuem hábitos alimentares inadequados ou são tabagistas, necessitam de cuidados que reduzam o risco de desenvolverem alterações na cavidade oral.
Por que integrar medicina e odontologia?
A implementação dessas estratégias integradas em saúde é fundamental para a reordenação do modelo assistencial, priorizando o desenvolvimento de ações de prevenção junto à comunidade e a construção de relações permanentes entre os profissionais da saúde e a população assistida.
Segundo dados da nossa recente publicação “Painel de Odontologia entre 2014 e 2019”, o Brasil é o país com o maior número (330 mil) de dentistas do mundo, o equivalente a 20% da quantidade total desses profissionais. Em 2019, um milhão de pessoas passaram a ter plano odontológico, um crescimento de 4,1% em 12 meses. Ao todo, são 25,8 milhões de beneficiários em todo o país.
Os números acima justificam o porquê a odontologia deve estar associada a esse processo de cuidado coordenado. De outra forma, há o risco de o indivíduo contar com assistência médica, mas descuidar da saúde bucal, comprometendo o plano de cuidado, podendo deflagrar outras doenças e agravar o quadro clínico.
Acesse aqui o Painel Odontológico entre 2014 e 2019 na íntegra.
Você também pode assistir ao nosso webinar sobre o tema abaixo ou acessando aqui.
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Em 12 meses encerrados em agosto, o número de bene...Em meio à pandemia de coronavírus que assola o mundo todo desde o fim de 2019, outro mal do século 21 tem atrapalhado ainda mais: as fake news (notícias falsas). Com o aumento da utilização de recursos tecnológicos em todos os campos da sociedade, a internet se tornou um meio de comunicação muito valioso – e também muito controverso.
A proliferação e abrangência de conteúdos incorretos ou mal intencionados se tornaram verdadeiros empecilhos, sobretudo em uma área tão delicada como a da saúde. Há, por exemplo, um grande temor entre as autoridades de saúde acerca da quantidade de pais que deixaram de vacinar os filhos por conta de boatos sobre falsos riscos causados pelos imunizantes. E esse movimento já tem mostrado a conta com crescimentos exponenciais no número de casos de sarampo e de poliomielite nos últimos anos, por exemplo.
Sendo assim, cabe aos médicos darem o primeiro passo para combater as notícias falsas. Os pacientes continuarão a procurar aconselhamento médico na internet ou recebê-lo por meio dos aplicativos de troca de mensagens com amigos e familiares. O profissional de saúde, portanto, pode ter influência importante na tomada de decisões. Mais do que nunca, eles precisam saber falar com os pacientes sobre alegações imprecisas e oferecer informações corretas.
O portal Medscape falou com Dr. Brian Southwell, especialista em comunicação da ciência que oferece treinamentos para enfrentar este desafio na faculdade de medicina da Duke University. Ele lidera o programa "Medical Misinformation Guiding principles for partnering with patients", que tem como objetivo ajudar profissionais de saúde e pacientes a trabalhar em conjunto para identificar fontes de informação incorretas e construir um novo entendimento sobre a base de fontes baseadas em evidências.
O site elencou uma série de ações para os profissionais de saúde como ouvir o paciente sem interromper, nem julgar; convidar os pacientes a compartilharem o que pode estar afetando suas escolhas com uma pergunta aberta; oferecer orientações fundamentadas de como pensar as decisões, em vez de desacreditar fontes de informação específicas; mostrar interesse pelo paciente, criando conexão emocional; argumentar de forma correta, respeitando os valores de cada indivíduo; entre outros.
Os profissionais de saúde também enfrentam desafios em caracterizar de forma confiável informações de saúde de alta e baixa qualidade. Dra. Isabella Ballalai, médica e vice-presidente da Sociedade Brasileira Imunizações (SBIm), lembrou que os profissionais de saúde também enfrentam desafios em caracterizar de forma confiável as informações que recebem. "Muito médico acredita em fake news. Nosso foco é formar profissionais e não é raro perceber dúvidas nos colegas, se perguntando se algo é verdade ou não. Mas os profissionais que nos preocupam são os que não nos perguntam e simplesmente acreditam. O médico precisa estar informado, saber se informar e ser orientado a identificar e não compartilhar fake news”, afirmou ao Medscape.
Quer entender melhor como fazer sua parte para diminuir a desinformação? Acesse a publicação do Medscape na íntegra.
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Sempre atento em trazer novas discussões sobre Saú...Como falamos recentemente, o modelo de assistência à saúde tem falhas de comunicação e coordenação (cuidado fragmentado), desperdícios, muitas vezes foca suas atenções para o tratamento da doença, e não do indivíduo. Por isso, lançamos o “Texto para Discussão n° 78 - Cuidados Coordenados: uma chave estratégica para um melhor sistema de saúde suplementar” que mostra como a prática pode aprimorar o setor com seu potencial de integrar a prestação de cuidados assistenciais.
Para otimizar o setor e evitar a fragmentação, o conceito de coordenação de cuidados em saúde tem sido utilizado em diversos países como uma chave estratégica para guiar um paciente em um sistema de saúde complexo e permitir que os gestores melhorem a satisfação do usuário, sua saúde, a qualidade, segurança, eficácia e eficiência de todo o sistema.
A ideia aqui é que uma pessoa ou instituição cuide do indivíduo como um todo e por toda a sua história de vida, que faça uma avaliação global (visão holística), entendendo suas peculiaridades e que as informações entre todos os prestadores estejam disponíveis, permitindo diagnósticos e tratamento mais efetivos.
Conforme mostra a publicação, o termo é um conceito usado por diferentes pesquisadores com diversas definições. “A Coordenação do Cuidado é a organização deliberada das atividades de assistência ao paciente entre dois ou mais participantes (incluindo o paciente) envolvidos nos cuidados da pessoa afim de facilitar a prestação adequada dos serviços de saúde. A organização do atendimento envolve o recrutamento de pessoal e outros recursos para realizar todas as atividades necessárias de assistência ao paciente, gerido pela troca de informações entre os participantes responsáveis por diferentes aspectos do cuidado”, aponta o texto na tradução livre de McDonald KM et al., 2007 que realizaram uma revisão sistemática com mais de 40 definições para o termo e combinaram os elementos comuns.
O material também traz o Anel de Coordenação de Cuidados, definição visual para ajudar a ilustrar o tema e mostrar seu objetivo. Nesse processo, os desafios são comuns, como por exemplo, o relacionamento entre as pessoas e entre os profissionais em um setor marcado pela escassez de tempo entre os envolvidos.
Mas os desafios e a transição do cuidado são temas de outro texto. Acesse aqui o material na íntegra e continue acompanhando nossas publicações nos próximos dias.
