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Abril 2018
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Falamos aqui diariamente das evoluções, desafios e necessidades dos setores de saúde em todo o mundo com um objetivo principal: fornecer informação e conhecimento para a promoção da saúde do paciente e do setor. Sendo assim, buscamos dar voz também para outros agentes que atuam na construção de um sistema de saúde mais eficaz.

É exatamente com esse objetivo que a Deloitte divulgou recentemente o estudo “2018 Global Health Care Outlook: The evolution of smart health care” em que analisa o atual cenário e levanta tendências para as diferentes áreas que impactam o setor de saúde, seja governo, prestadores de serviço, indústria e outros.

O relatório aponta que os gastos globais com saúde devem aumentar a uma taxa anual de 4,1% entre 2017 e 2021, um avanço de 2,8 pontos percentuais quando comparado ao crescimento de 1,3% ao ano entre 2012 e 2016. Os motivos são aqueles que já apontamos no TD 57 – “Atualização das projeções para a saúde suplementar de gastos com saúde: envelhecimento populacional e os desafios para o sistema de saúde brasileiro”. Envelhecimento e aumento da população, expansão do mercado e progressos tecnológicos estão entre eles.

Apontamento recorrente no setor, o estudo reitera que nem sempre os gastos mais elevados vão gerar melhores resultados e maior valor para a saúde do paciente. É necessário, portanto, uma análise mais fundamentada da relação custo e efetividade para a adoção de diferentes tecnologias. "Com a alta dos custos e a redução das margens de lucro, o setor de cuidados com a saúde busca maneiras inovadoras e econômicas de oferecer a qualidade, os resultados e o valor que os consumidores procuram", afirmou Terri Cooper, líder global do setor de Health Care da Deloitte, em divulgação para a imprensa. 

Continuaremos a apresentar novas informações que auxiliem na promoção da sustentabilidade do setor por meio da produção de conhecimento para a tomada de decisão e na construção de um sistema de saúde justo. Continue acompanhando.

Dezembro 2017
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Acabamos de produzir a nova edição do “Boletim Científico IESS”. Voltado para pesquisadores acadêmicos e gestores da área de saúde, a publicação indica os principais estudos científicos, nacionais e internacionais, publicados no sexto bimestre de 2016 sobre saúde, tecnologia, economia e gestão no setor de saúde suplementar. O objetivo é auxiliar pesquisadores e gestores da saúde suplementar a se manterem atualizados sobre os principais estudos publicados no bimestre. 

Um dos destaques dessa edição é o estudo “Erros de administração de medicamentos dos cuidadores no cenário domiciliar: uma revisão sistemática”, que apontou erros frenquentes de quantidades e modo de aplicação de medicamentos, destacando a necessidade de adoção de políticas de segurança do paciente. Nos próximos dias, aqui no blog, vamos publicar posts analisando esses e outros destaques dessa edição. 

Dezembro 2017
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Estamos expandindo nossas atividades para promover a disseminação de conhecimento na saúde suplementar. A partir de hoje, vamos passar a receber e publicar estudos produzidos por outros pesquisadores, empresas, entidades e organizações. Se você tem um estudo com foco em saúde suplementar, pode enviá-lo para nós e vê-lo publicado e recomendado em nosso site.  

Todos os trabalhos recebidos serão analisados por uma comissão dos pesquisadores e consultores técnicos do IESS antes de serem publicados. O trabalho de curadoria irá dar preferência a estudos com foco em saúde suplementar que se enquadrem na área do Direito, Economia ou Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão de Saúde. Diferentemente do que acontece com o Prêmio IESS, os trabalhos não precisam ter sido apresentados a uma instituição de ensino previamente. 

Para participar, basta enviar seu estudo para [email protected] com o assunto “Publicações Recomendadas” 

Consulte o regulamento completo do IESS Recomenda 

Novembro 2017
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Estamos expandindo nossas atividades para promover a disseminação de conhecimento, os debates e a maior compreensão da saúde suplementar brasileira. Essa é a nossa missão: “Ser agente promotor da sustentabilidade da saúde suplementar pela produção de conhecimento do setor e melhoria da informação sobre a qual se tomam decisões”. Por isso, a partir de hoje (10/11), passamos a receber e tornar público trabalhos produzidos por outros pesquisadores, empresas, entidades setoriais e organizações que militam no campo da saúde suplementar. 

Essa é mais uma iniciativa de promoção do conhecimento nesse campo e que se soma a outras iniciativas, caso dos cursos e seminários que realizamos, das palestras que nossas equipes ministram em diversos eventos do setor de saúde em todo País, da concessão de bolsas a pesquisadores em parceria com a FAPESP e do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, o mais relevante e disputado prêmio de reconhecimento acadêmico na área de saúde suplementar. Isso tudo, claro, além do grande volume de estudos próprios e em parceria, trabalhos técnicos que contratamos e também os indicadores econômicos e de saúde por nós disponibilizados. 

Nossa nova iniciativa busca estimular ainda mais a produção do conhecimento na saúde suplementar e atende a muitos pedidos apresentados, ao longo dos anos, por diversos pesquisadores. Se você tem um trabalho (estudo, monografia, position paper etc.) com foco em saúde suplementar, pode enviá-lo para nós e ele poderá ser publicado e recomendado em nossos canais de comunicação.  

Todos os trabalhos recebidos serão analisados por pesquisadores do IESS e consultores técnicos do Instituto antes de serem publicados. Isso se justifica por ser absolutamente fundamental preservar a credibilidade e rigor técnico dos conteúdos disponibilizados em nossos canais. 

O trabalho de curadoria irá dar preferência às publicações com foco em saúde suplementar que se enquadrem nas áreas de Direito, Economia ou Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão de Saúde. As produções não precisam estar vinculadas a instituições de ensino. Entretanto, existem regras bem claras para a submissão dessas produções. Para conhecê-las, acesse o regulamento completo das Publicações Recomendadas. 

Para participar, basta enviar seu estudo para [email protected] com o assunto “Publicações recomendadas”. 

Setembro 2017
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Acabamos de divulgar a Análise Especial “Caracterização dos beneficiários de alto custo assistencial - Um estudo de caso”. O trabalho inédito mostra que aproximadamente dois terços (66,5%) dos gastos assistenciais da operadora analisada são consumidos no atendimento de apenas 5% dos beneficiários de um plano de saúde.

O estudo foi feito com base nos gastos de uma operadora de autogestão com 76,1 mil beneficiários em 2015 e aponta alguns fatores para as principais despesas com a assistência neste grupo, como o envelhecimento, a prevalência de doenças crônicas e a frequência de internação de pacientes com multimorbidade. 

Apesar dos números do estudo não corresponderem à totalidade do mercado de saúde suplementar, eles apontam para algumas preocupações necessárias. Falaremos melhor disso, aqui no blog, nos próximos dias. Não perca!

Agosto 2017
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O “Dia do Nutricionista”, celebrado nesta quinta-feira (31/8), é uma ótima oportunidade para lembrarmos a importância desse profissional e a necessidade de programas de promoção da saúde que foquem na redução da obesidade no Brasil.

Dados do último Vigitel apontam que o brasileiro está cada vez mais obeso: a prevalência da obesidade saltou de 11,8%, em 2006, para 18,9% em 2016. O que significa que uma a cada cinco pessoas no país está obesa. Números que reforçam o sinal de alerta que já acendemos, aqui, quando publicamos o estudo especial “Evolução da obesidade no Brasil”, que analisou a obesidade em beneficiários de plano de saúde entre 2006 e 2014.

Além da mudança no estilo de vida, mais sedentário, o brasileiro também mudou seus hábitos alimentares. Segundo o Vigitel 2016, nos últimos dez anos, houve diminuição no consumo de alimentos básicos e tradicionais como o feijão, e somente um em cada três adultos consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana.

Além dos problemas de saúde relacionados ao sobrepeso, como maior incidência de diabetes e hipertensão, a maior prevalência da obesidade também está relacionada ao aumento do número de cirurgias bariátricas. Uma medida que realmente é efetiva, mas que deve ser adotada como um tratamento apenas em último caso e não por questões estéticas, como já apontamos aqui no Blog.

Agosto 2017
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As infecções relacionadas à assistência em saúde (Iras) ainda são um dos mais importantes problemas do setor no mundo. Este tipo de infecção é adquirido durante a prestação dos cuidados de saúde e podem resultar em mortes, além de elevado custo direto e indireto. Exatamente pela importância deste tema na cadeia de saúde - suplementar ou pública – é que novos estudos e iniciativas na área devem ser incentivados. 

O estudo “Influência das infecções relacionadas à assistência no tempo de permanência e na mortalidade hospitalar utilizando a classificação do diagnosis related groups como ajuste de risco clínico” rendeu a Maria Aparecida Braga o 2° lugar na categoria “Promoção da Saúde e Qualidade de Vida” na edição 2016 do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar. “As Iras são condições passíveis de serem evitadas e acreditamos que o impacto assistencial, social e econômico é imenso, daí a importância do tema”, comenta Maria Aparecida.

Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e doutora pela UFMG, Maria Aparecida conversou conosco sobre seu trabalho, a importância do Prêmio IESS e o que mudou após ter seu trabalho reconhecido.

Leia a entrevista abaixo e não deixe de inscrever gratuitamente, até 15 de setembro, seu trabalho de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) com foco em saúde suplementar nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Veja o regulamento completo.

Os dois melhores de cada categoria receberão prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de certificados, que serão entregues em cerimônia de premiação em dezembro deste ano.

Blog do IESS – Sobre o que é o trabalho? 

Maria Aparecida Braga – É sobre a influência da infecção relacionada à assistência à saúde no tempo de permanência hospitalar e sobre a mortalidade. São condições passíveis de serem evitadas e acreditamos que os impactos assistenciais, sociais e econômicos são imensos, daí a importância do tema.  É parte de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Infectologia e Medicina Tropical.

Blog – Como conheceu o Prêmio IESS? 

MAB – Por meio do meu orientador, o Dr. Renato Couto, que é um grande pesquisador da área de gestão da saúde.

Blog – E qual sua impressão sobre o Prêmio IESS? 

MAB – Foi muito gratificante receber o Prêmio IESS. É um reconhecimento de todo o trabalho. Saber que estamos atuando para modificar alguma coisa para melhoria da sociedade e que isto está sendo levado em consideração, sendo avaliado por um grupo de pesquisadores renomados é recompensador. A participação no evento da premiação foi particularmente importante. A forma como foram apresentados os trabalhos e como foram detalhadamente avaliados me deixou muito bem impressionada.

Blog – Em sua opinião, qual a importância de premiações com esta? 

MAB – A premiação é um estímulo ao desenvolvimento da pesquisa séria e conectada à realidade da saúde brasileira. No Prêmio IESS, são avaliados trabalhos que podem realmente fazer a diferença na atuação dos profissionais de saúde e na gestão do setor, melhorando as condições assistenciais, com foco na segurança assistencial e determinando maior responsabilidade e responsabilização com o uso dos recursos, que são limitados. 

Blog – O que mudou após receber o Prêmio IESS? 

MAB – Recebi diversos telefonemas e a visibilidade do trabalho certamente aumentou. Parabenizo o IESS não apenas por essa iniciativa, mas por todas realizadas em prol da segurança assistencial. A saúde brasileira está muito carente de atitudes como esta.

Agosto 2017
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O estudo “National Health Expenditure Projections, 2016-25: Price Increases, Aging Push Sector to 20 Percent of Economy”, publicado na 18° edição do Boletim Científico com o título “Projeção do gasto em saúde entre 2016 a 2025: aumento dos preços em saúde e envelhecimento da população estão alavancando o gasto em saúde da economia para 20% do PIB”, estima que o crescimento das despesas com saúde será de 1,2 ponto porcentual superior ao crescimento médio do PIB entre 2016 e 2025. Com o avanço, a participação do setor na economia do país deve subir de 17,8%, em 2015, para 19,9% em 2025.

Entre as principais razões para o aumento dos gastos estão questões com a quais também teremos que lidar por aqui. Por exemplo, a inflação médica e a frequência da utilização dos serviços de saúde. Exatamente os pontos medidos pelo VCMH/IESS, que apenas nos 12 meses encerrados em setembro de 2016 registrou alta de 19,4%, como já apontamos aqui no blog.

De acordo com o trabalho, a terceira causa que mais contribuirá para o aumento dos gastos com saúde nos Estados Unidos é outra “velha conhecida”: o envelhecimento da população. Assunto que também já exploramos por aqui.

Julho 2017
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Acabamos de publicar a nova edição do boletim Saúde Suplementar em Números, que apresenta os principais números do setor de saúde suplementar referentes ao primeiro trimestre de 2017. Nessa edição, o destaque é o crescimento do total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares com 60 anos ou mais que, entre março deste ano e o mesmo mês do ano passado, cresceu 1,7%. O resultado apresentado na publicação segue na contramão do mercado, que perdeu 978,2 mil vínculos no período, uma queda de 2%.

Nos próximos dias vamos explorar os números com mais detalhes e apresentar uma análise mais profunda sobre esses resultados. Não perca. 

Julho 2017
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Acabamos de produzir a nova edição do “Boletim Científico IESS”. Voltado para pesquisadores acadêmicos e gestores da área de saúde, a publicação indica os principais estudos científicos, nacionais e internacionais, publicados no segundo bimestre de 2017 sobre saúde, tecnologia, economia e gestão no setor de saúde suplementar. O objetivo é auxiliar pesquisadores e gestores da saúde suplementar a se manterem atualizados sobre os principais estudos publicados no bimestre. 

Os destaques dessa edição são os estudos “Projeção do gasto em saúde entre 2016 a 2025: aumento dos preços em saúde e envelhecimento da população estão alavancando o gasto em saúde da economia para 20% do PIB”, na seção de Economia&Gestão, que analisa os gastos do setor nos Estados Unidos; e, em Saúde&Tecnologia, “Eficiência e tamanho ótimo dos hospitais: resultados de uma pesquisa sistemática”, destaca o efeito que mudanças de tamanho de hospitais podem ter na qualidade do atendimento dos pacientes.