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Beneficiário obeso custa R$ 33 mil por ano para a saúde suplementar

Junho 2022
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Um estudo encomendado pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e realizado pela Orizon mostrou que o custo da obesidade grave e mórbida no sistema de saúde suplementar do Brasil representa, por beneficiário, R$ 2.750 por mês, o que somado ao ano resulta em R$ 33 mil

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/06/22/beneficiario-com-obesidade-custa-r-33-mil-por-ano-para-a-saude-suplementar.htm

Saúde Beneficiário obeso custa R$ 33 mil por ano para a saúde suplementar

Junho 2022
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https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-06/beneficiario-obeso-custa-r-33-mil-por-ano-para-saude-suplementar

IESS apresenta estudos inéditos em seminário sobre obesidade

Junho 2022
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A obesidade é considerada uma pandemia mundial, assim como a Covid-19. Está relacionada a diversos outros problemas de saúde associados ao desenvolvimento de muitas outras doenças, como hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares, depressão e ansiedade. Diante desse cenário, o IESS realizou, na quarta-feira (22), o seminário “Obesidade no Brasil: Impactos sociais e econômicos e como vencer essa pandemia”. Durante o evento híbrido, com a presença de especialistas, foi realizada a apresentação de dois estudos inéditos sobre o tema com foco na saúde suplementar.

Dada a gravidade dessa tendência, o IESS encomendou estudos específicos sobre o tema para mostrar diferentes visões sobre o impacto da obesidade e seus desdobramentos nas despesas de saúde e algumas formas de evitar um cenário catastrófico. Um deles, intitulado “Cenários para o futuro: como o aumento da prevalência da obesidade entre beneficiários pode impactar a sustentabilidade da saúde suplementar”  projeta um cenário base para 2030, tanto do crescimento do PIB per capita quanto das despesas com saúde dos beneficiários de planos de saúde.

O estudo aponta que, na ausência de políticas públicas ou privadas efetivas, a taxa de obesidade no País continue a crescer 5% ao ano (mesma taxa entre 2003 e 2019) e que a prevalência pode atingir a marca de 46% em 2030. Também foi considerado o cenário com intervenções bem-sucedidas, visando a prevalência da obesidade à metade em 2030, para 13,4% em vez de 46%. Nessa situação, a taxa da obesidade se reduziria a 3,7% ao ano nesse período.

Um segundo estudo encomendado, realizado pela Orizon, intitulado “Custos diretos atribuíveis à obesidade no Sistema de Saúde Suplementar do Brasil” mostra que o custo por beneficiário representa R$ R$ 33 mil por ano e que 22% dos sinistros, entre 2015 e 2021, (R$ 4,8 bilhões) estão relacionados a consequências diretas com a doença.

A base do estudo contempla dados de faturamento de nove milhões de beneficiários (cerca de 19% do total de vínculos da saúde suplementar). Das 80 mil pessoas estudadas com obesidade grave ou mórbida, observou-se que o diabetes tipo 2 é a doença que mais custa para o sistema entre as comorbidades que podem ser prevenidas com a obesidade. 

Para assistir ao seminário na íntegra, acesse o canal no Youtube do IESS aqui.

Para acessar esses e outros estudos, clique aqui.

Obesidade

Obesidade no Brasil: Impactos sociais e econômicos e como vencer essa pandemia| José Cechin

Junho 2022

Como o aumento da prevalência da obesidade entre beneficiários impacta a sustentabilidade da saúde suplementar

Obesidade

O custo da obesidade no Brasil perspectivas para o SUS | Fernando Adami

Junho 2022

Seminário IESS “Obesidade no Brasil: Impactos sociais e econômicos e como vencer essa pandemia”.

O custo da obesidade no Brasil perspectivas para o SUS | Fernando Adami

Obesidade

Custos diretos atribuíveis à obesidade no Sistema de Saúde Suplementar do Brasil

Junho 2022

Seminário IESS: Obesidade no Brasil: Impactos sociais e econômicos | Custos diretos atribuíveis à obesidade no Sistema de Saúde Suplementar do Brasil

Obesidade

Custos diretos e atribuíveis à obesidade grave e obesidade mórbida no Sistema de Saúde Suplementar do Brasil

Junho 2022

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo demasiado de gordura corporal em níveis que são capazes de comprometer a homeostase de um indivíduo, trazendo prejuízos nos sistemas respiratório, locomotor e metabólico. Representa mundialmente um dos maiores problemas de saúde que atinge crianças, adolescentes e adultos. A obesidade é uma doença de caráter multifatorial e apresenta fator de risco para as doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) com destaque para as doenças cardiovasculares, diabetes e cânceres, que estão entre as principais causas de morte e de adoecimento da população mundial.

Obesidade

Como o aumento da prevalência da obesidade entre beneficiários pode impactar a sustentabilidade da saúde suplementar

Junho 2022

Este texto apresenta uma síntese das estimativas realizadas, a respeito do impacto da obesidade, num relatório extenso de projeções futuras produzido por uma consultoria externa a pedido do IESS. O objetivo foi investigar como o aumento da obesidade afetará a despesa assistencial por beneficiário das operadoras de planos de saúde por meio de alguns cenários construídos.

As metodologias utilizadas foram modelo econométrico ARIMA para a projeção das despesas assistenciais e para a construção de cenários de variação da obesidade foram adotadas algumas premissas sobre o percentual da despesa assistencial que é destinado à obesidade na Saúde Suplementar e sobre a relação funcional não-linear entre a obesidade e os custos de saúde.