O Texto para Discussão nº 52 compara, entre países e continentes, a variação dos custos médico-hospitalares (VCMH) com a evolução dos respectivos índices de inflação geral e aponta que o VCMH está sistematicamente acima da inflação geral em todos os países observados, ratificando um fenômeno mundial.
O Texto para Discussão nº 51 analisa como o setor de saúde suplementar e a infraestrutura privada de saúde evoluíram de 2006 a 2011, principalmente nos cinco estados com maior PIB. O estudo aponta que o setor privado é detentor de mais de 62% dos equipamentos de saúde de alta complexidade do país; 84% dos procedimentos de alta complexidade são realizados nas redes privadas.
O Texto para Discussão nº 50 analisou a evolução do gasto médico e hospitalar em uma operadora da modalidade de autogestão, entre os anos de 2007 e 2012. O principal responsável pelo aumento do total de gasto assistencial foi o gasto hospitalar, que aumentou de R$ 140,9 milhões (R$ de 2012) em 2007 para R$ 241,2 milhões em 2012 (aumento real de 71,2%), passando de 59,1% do gasto assistencial total para 67,1%.
O Texto para Discussão nº 49 apresenta estimativas da literatura científica sobre o desperdício gerado no sistema de saúde americano devido as distorções, como: falhas assistenciais, de coordenação e de precificação, uso desnecessário, complexidade administrativa e práticas fraudulentas e abusivas. Estima-se que gastos desnecessários representam entre 20% e 30% do dispêndio total com saúde nos Estados Unidos.
O Texto para Discussão nº 47 atualiza as principais projeções dos gastos assistenciais com serviços de saúde pública e suplementar divulgadas no relatório 2013 “Envelhecimento populacional e os desafios para o sistema de saúde brasileiro”, incorporando as mais recentes estimativas populacionais divulgadas pelo IBGE.
O Texto para Discussão nº 46 analisa a evolução do gasto com internações entre os anos de 2005 e 2010 para um plano de saúde com abrangência no estado de São Paulo. Foi identificado nesse estudo que os materiais respondem pelas parcelas mais expressivas do gasto hospitalar durante todo o período analisado (22,3% em 2005 e 33% em 2010), seguidos pelos medicamentos (22,1% em 2005 e 20,1% em 2010).
O Texto para Discussão nº 45 analisa diferenças entre os rendimentos de beneficiários de planos de saúde individuais e a população que não possui plano de saúde. O rendimento dos beneficiários de planos individuais é, em média, superior ao dos não beneficiários, e o rendimento médio real dos beneficiários de planos individuais não apresentam grande discrepância entre as regiões do país.
O Texto para Discussão nº 44 analisa o impacto da RN 254/2011, da ANS, na adaptação de contratos antigos ou sua migração para novos contratos de planos privados de assistência médica e hospitalar. Nos planos individuais antigos, a faixa de 59 anos ou mais foi a que apresentou menor redução de beneficiários (-1,5%) e foi a que apresentou menor redução de beneficiários (-1,5%) um ano após a vigência da norma.
O Texto para Discussão nº 43 apresenta uma revisão da literatura sobre a cobertura de medicamentos via seguro saúde e conclui que: a) não há evidências de que esse tipo de seguro reduz as despesas totais com saúde; b) os novos medicamentos aumentam as despesas e c) há seleção adversa e risco moral no mercado de seguro de medicamento.
