O Texto para Discussão nº 41 avalia as mudanças dos hábitos de vida dos brasileiros nos últimos anos e suas implicações sobre a saúde destes. Os fatores de risco estão diretamente relacionados às alterações desfavoráveis do funcionamento do corpo que contribuem para o desenvolvimento de diversas doenças. Diante do envelhecimento projetado, estima-se a prevalência de algumas doenças quase dobram na população em 2050.
O Texto para Discussão nº 40 apresenta os dados Vigitel 2009, que incluem os fatores de risco ou proteção nas doenças crônicas e a série histórica de 2006 e 2009. A segunda parte do texto apresenta os resultados de 2008, que são informações dos beneficiários de planos de saúde (referida neste estudo como população beneficiária), exclusivamente.
O Texto para Discussão nº 38 analisa os dados da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiar) e e aponta que a renda cresceu 13,6% enquanto os gastos com saúde 24,3% (entre 2003 e 2008). Para expandir ou criar incentivos para o desenvolvimento da Saúde Suplementar, propõe-se reduzir a alíquota da COFINS ou reembolsar parte dos gastos com saúde para os empregadores que disponibilizarem planos de saúde aos seus colaboradores.
O Texto para Discussão nº 37 apresenta a evolução das taxas de mortalidade e morbidade por Diabete Melito na população brasileira no período de 1992 a 2007, total e por faixa etária. Observa-se no estudo o aumento da mortalidade a partir dos 20 anos de idade e a queda na taxa de internação para a faixa etária a partir dos 40 anos de idade.
O Texto para Discussão nº 35 avalia o perfil da população beneficiária de planos de saúde e do SUS, e o acesso aos serviços de saúde, a partir dos dados da PNAD/IBGE. Os planos de saúde estão associados as pessoas com maior renda e maior escolaridade. As taxas de cobertura também são superiores para as mulheres e crescente com a idade. E o aumento na proporção de doentes crônicos nas duas populações.
O Texto para Discussão nº 33 apresenta uma proposta de plano de saúde que se enquadra nos chamados “planos de saúde orientados pelo consumidor”, que incentivam o beneficiário a assumir maior responsabilidade sobre a tomada de decisão quanto ao uso dos recursos da medicina. Por suas características e incentivos pode-se esperar que ajudem a enfrentar o desafio de financiamento da saúde dos idosos.
