Quais serão os impactos da pandemia de Coronavírus uma vez que superarmos este momento? Certamente ainda não há respostas para esta questão, inclusive porque é incerto o tempo que ainda vai se levar para desenvolver remédios e vacinas eficientes contra a COVID-19.
Contudo, há alguns estudos que podem dar indicativos importantes do que esperar e até servir de alerta, estimulando o desenvolvimento de meios de prevenir os resultados negativos registrados após surtos pandêmicos do passado. É o caso, por exemplo, do trabalho “A bomba brasileira? O impacto de longo prazo da pandemia de gripe de 1918 à maneira sul-americana”, apresentado na última edição do Boletim Científico.
De acordo com a pesquisa, a Gripe Espanhola causou a morte de 5,3 mil pessoas apenas na cidade de São Paulo entre outubro e dezembro de 1918. No total, foram cerca de 350 mil paulistanos infectados, o que equivale a dois terços da população local à época.
Os pesquisadores responsáveis pelo levantamento indicam que, por conta disso, houve aumento na taxa de alfabetização de homens com 15 anos ou mais. Provavelmente em decorrência de a doença causar mais mortes entre a parcela da população com menos estudo.
Também houve queda na atividade agrícola daquele ano, com o volume produzido de café recuando 21%, o de milho, 25% e o de arroz, 47%. Sendo que, de acordo com o estudo, estes impactos puderam ser sentidos ao menos até 1940.
Resultados que demonstram a importância de reforçar medidas como o isolamento social, mas também de pensar em meios de apoiar a atividade econômica e sua recuperação nos próximos anos.
Se você está concluindo uma artigo científico que vai apresentar até 31 de agosto, aproveite que o X Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar está com inscrições abertas, confira o regulamento e participe.
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https://www.revistacobertura.com.br/noticias/saude...Despesas de planos médicos atingiram R$ 206 bi na pandemia
https://monitormercantil.com.br/despesas-de-planos...Já falamos sobre o aumento do valor aos premiados e o merecido reconhecimento aos orientadores dos trabalhos vencedores, mas as novidades do X Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar não param por aí.
Uma das mudanças mais importantes no regulamento deste ano é a possibilidade de inscrever não apenas trabalhos de conclusão de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado), mas artigos científicos desenvolvidos ao longo destes cursos. Claro, eles ainda precisam se enquadrar em uma das três categorias avaliadas: Economia; Direito; ou Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde.
Outra mudança importante é que, para trabalhos de conclusão de curso, só serão aceitos trabalhos já concluídos e apresentados à instituição de ensino no período de 01 de janeiro de 2018 a 31 de agosto de 2020. Ou seja, diferentemente dos demais anos, não serão aceitas pesquisas em versão preliminar que seriam defendidas entre 1º de setembro e 31 de dezembro de 2020.
Como sempre, o autor pode ter qualquer nacionalidade, mas o trabalho deve ser apresentado em língua portuguesa. O limite de um trabalho por pesquisador também está mantido, mas isso não significa que outros trabalhos não possam ser apresentados em nosso espaço para exibição de pôsteres.
Confira o regulamento e inscreva-se já!
Ah, se você tem mais de um trabalho, não deixe de conferir também o regulamento para exibir pôster.
Boa sorte!
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Marília Augusta Raulino Jácome conquistou o primei...A região Centro-Oeste registrou o maior crescimento proporcional de beneficiários de planos médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2020. No total, 33,1 mil vínculos novos foram firmados, o que representa um avanço de 1%. Com isso, a região atende 3,2 milhões de beneficiários, segundo a última edição da NAB.
O comportamento destoa das demais regiões do País, que tiveram variação máxima de 0,4% para cima (Sudeste) ou para baixo (Sul). Para entender este resultado, realizamos uma análise especial dos indicadores econômicos e dos números de Operadoras de Planos de Saúde (OPS) no Centro-Oeste – confira a íntegra.
Primeiramente, nota-se que o avanço foi impulsionado pela contratação de planos em Mato Grosso, que firmou 17,8 mil novos vínculos (+3,1%), e Goiás, que passa a atender 22,1 mil novos beneficiários (+2%). Por outro lado, 5,3 mil pessoas deixaram de contar com seus planos em Mato Grosso do Sul (-0,9%), e 1,6 mil fizeram o mesmo no Distrito Federal (-0,2%). Como mostra a tabela abaixo.

O passo seguinte foi entender de onde vieram os novos beneficiários, observando os números por tipo de contratação. O que nos trouxe outra surpresa. Diferentemente do restante do País, onde os números de planos coletivos – especialmente os empresariais (aqueles fornecidos pelas empresas aos seus colaboradores) – são os que mais crescem, o impulso no Centro-Oeste foi motivado pela adesão a plano individuais/familiares.
No período analisado, 26,6 mil novos beneficiários aderiram a planos individuais/familiares. Alta de 5,5%. Já os planos coletivos empresariais tiveram avanço de 0,4%. O que equivale a 7,9 mil novas contratações. Ainda assim, esse continua sendo o tipo de plano com maior número de vínculos na região, como mostra a tabela abaixo.

Como já apontamos em outras oportunidades, o crescimento do mercado de planos de saúde, especialmente o segmento médico-hospitalar, está associado ao comportamento econômico. Sendo fortemente influenciado pela criação de postos de trabalho formal e variação na renda das famílias.
Além disso, como a pesquisa IESS/Ibope indica, o plano de saúde é o 3° bem mais desejado pelo brasileiro. O que significa que é um dos últimos que a população se desfaz em época de crise e um dos primeiros que recontrata quando a situação econômica começa a melhorar. Veja gráficos sobre o assunto.
Assim, o crescimento de 4,9% no volume de vendas do comércio e de 3,3% na produção agrícola em Goiás foi determinante para o bom resultado registrado. Já no Mato Grosso, o grande propulsor econômico foi o comércio com 9% de aumento.
Também é importante notar que houve incremento de vínculos em todas as faixas etárias. Olhando o crescimento proporcional, o total de beneficiários com 59 anos ou mais é o que mais se destaca. Houve aumento de 1,9%, ou 7,2 mil vínculos. Comportamento que também vem sendo notado no restante do Brasil e indica que as pessoas procuram ter um plano de saúde para ter mais tranquilidade esta fase da vida. A tabela a seguir mostra a contratação nas outras faixas etárias.

Os números podem ser vistos detalhadamente por Estado na análise especial da NAB.
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O número de beneficiários com planos de saúde médi...A 27ª edição do Boletim Científico IESS, que acabamos de publicar, traz 10 importantes publicações científicas com assuntos que são de interesse para o setor de saúde suplementar. Dentre elas, 3 abordam questões relacionadas à pandemia do Coronavírus: “Implicações macroeconômicas da COVID-19: choques negativos de oferta podem causar escassez de demanda?”; “Fatores associados à saúde mental entre trabalhadores da saúde expostos à COVID-19”; e, “Adesão ao auto-isolamento na era da COVID -19 influenciada por compensação: constatações de uma pesquisa recente em Israel”.
Considerando o momento atual, é natural que tenhamos uma profusão de trabalhos relacionados à COVID-19. Portanto, as 3 análises apresentadas no documento não pretendem exaurir a questão, mas trazer bases sólidas para a melhor avaliação de cenários e fornecer ferramentas para auxiliar pesquisadores acadêmicos e gestores da área de saúde.
A edição mais recente ainda apresenta pesquisas sobre programas de promoção de saúde; efeitos de atividades físicas em idosos, com foco em qualidade do sono; a relação entre hipertensão, etnia e posse de plano; o peso da formação familiar na demanda por serviços de saúde; e muito mais.
Nos próximos dias, vamos analisar estes e outros destaques dessa edição aqui no blog. Não perca!
Ah, você também tem um estudo científico? Não perca a oportunidade de vê-lo destacado pelo IESS. Inscreva-se já no X Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar. Confira o regulamento.
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Na última semana falamos que a cadeia privada de s...Para comemorar o Dia Mundial da Saúde 2020, como comentamos em nosso canal no LinkedIn, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, na semana passada (07/04), a primeira edição da pesquisa “State of the world’s nursing” (Estado da enfermagem mundial, em tradução livre).
O documento destaca a importância desta categoria que responde, segundo dados da própria OMS, pela maior parte dos profissionais de saúde no mundo, além de constituir a base para o relacionamento interpessoal entre diferentes especialistas em uma equipe. O estudo destaca que enfermeiros, técnicos e auxiliares tem um rol de responsabilidades mais amplo do que a maior parte dos pacientes costuma perceber, exercendo papéis importantes como professores, pesquisadores, educadores e também no desenvolvimento de protocolos de atendimento e outras políticas essenciais tanto para os centros de atenção em saúde quanto para o setor como um todo.
No momento atual, é necessário salientar que estes profissionais constituem a linha de frente no combate à pandemia do Coronavírus, estando em contato direto e frequente com pacientes e seus familiares.
Além de analisar a relevância e o campo de atuação da enfermagem como um todo, o estudo é importante por explorar os grandes desafios que precisam ser enfrentados globalmente bem como propor ações para mudar este cenário.
Entre as melhorias que precisam ser alcançadas, o trabalho destaca:
- Ampliar a base de dados para análise, monitoramento e tomada de decisões;
- Distribuição geográfica dos melhores profissionais fora dos mercados em que foram treinados;
- Desenvolvimento de programas de educação continuada;
- Direitos de gênero; e,
- Regulação como um todo.
No momento, o conteúdo está disponível apenas em inglês. Mas deve ser disponibilizado em outros idiomas a partir de maio. Vale a leitura.
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https://amazonasatual.com.br/planos-odontologicos-...Segundo estudo, cresce o número de beneficiários de planos de saúde com faixa etária acima de 60 anos
https://blogdosaber.com.br/segundo-estudo-cresce-o...Número de idosos em planos de saúde mais que dobra em 2 décadas, mostra estudo
https://economiaempauta.com/numero-de-idosos-em-pl...A regulamentação relacionada ao atendimento das reclamações dos consumidores, fiscalizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tem sido alterada constantemente ao longo do tempo. Para quem “respira” saúde suplementar e está envolvido em seus processos e normatizações, estas mudanças podem passar simplesmente como aperfeiçoamentos e, claro, elas realmente são melhorias.
Mas qual a lógica que guia o mercado de saúde suplementar?
O estudo “Exame de lógicas institucionais sujeitas a mudanças frequentes: a regulação da fiscalização da saúde suplementar”, que rendeu o segundo lugar da categoria Direito do IX Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar a José Estevam Lopes Cortez da Silva Freitas, revela que não há uma lógica principal, mas três que se alteram constantemente: interesse público, defesa do consumidor, livre mercado.
Confira a explicação do próprio autor:
Segundo Freitas, a competição das lógicas é bastante acirrada ao longo do tempo, influenciando a redefinição constante dos regulamentos fiscalizatórios. Contudo, por vezes, também pode haver pontos de sinergia e cooperação entre elas. Ocasiões em que as normas geradas tendem a ser mais equilibradas.
Considerando isso, você deve estar se perguntando: qual a lógica predominante atualmente?
Se você também tem um estudo capaz de tornar os processos da saúde suplementar mais claros ou colaborar para o aprimoramento do setor, não perca tempo. Inscreva-se gratuitamente para o X Prêmio IESS. Confira o regulamento.
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Marília Augusta Raulino Jácome conquistou o primei...O isolamento social, pelo qual praticamente toda população brasileira está passando, é efetivo para conter o avanço do Coronavírus. Está é a conclusão do “The effect of human mobility and control measures on the COVID-19 epidemic in China” (O Efeito da mobilidade humana e medidas de controle na epidemia do COVID-19 na China, em tradução livre), publicado na revista Science e assinado por pesquisadores de algumas das mais renomadas instituições de pesquisa do mundo, como as universidades de Harvard (EUA), Oxford (Reino Unido) e Sorbonne (França).
A conclusão faz eco a recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de órgãos nacionais, como o Ministério da Saúde. Mas tem o importante papel de demonstrar cientificamente que a medida não se trata de “achismo”.
O resultado também indica que foi acertada a decisão de recomendar a suspensão provisória de procedimentos eletivos. Não se trata apenas de apoiar o isolamento. A medida tem o objetivo tanto de reduzir a probabilidade de contágio, quanto de garantir que recursos necessários para o tratamento de pacientes com Coronavírus, como leitos e respiradores mecânicos, não sejam empregados em casos que poderiam esperar algum tempo sem prejuízo da saúde do indivíduo. Além de preservar as equipes clínicas, que têm sido ainda mais exigidas neste momento.
A recente prorrogação dos prazos de atendimento a beneficiários estipulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nos parece seguir no mesmo sentido. Não se trata de perda de direitos ou piora do serviço oferecido, mas cuidado com a população.
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Suspensão de atendimento e isolamento social
O isolamento social, pelo qual praticamente toda p...Gisele Gonçalves de Brito conquistou o primeiro lugar do IX Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar, na categoria Economia, com o trabalho “Tendências e fatores associados ao custo da saúde privada no Brasil: uma análise via modelo Getzen expandido para o envelhecimento da população”, que fez para a conclusão de seu mestrado na Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG).
O estudo analisa os fatores associados ao crescente custo da saúde privada no País, especialmente frente ao envelhecimento populacional e ao fim do bônus demográfico, destacando também o valor das novas tecnologias nesse cenário. A melhor pessoa para explicar os objetivos deste trabalho é a própria autora.
Como temos apontado há algum tempo, o trabalho indica que uma vez que os reajustes das mensalidades da saúde privada visam refletir os custos do setor e há tendência de crescimento destes custos acima do incremento da renda real e da inflação. No longo prazo, se nada for feito, este comportamento pode pôr em risco a sustentabilidade do setor e inviabilizar a realização de um dos maiores desejos dos brasileiros: a aquisição de um plano de saúde, como mostra a pesquisa IESS/Ibope – leia mais.
É para aprimorar a gestão do setor e incentivar melhores práticas que elaboramos constantemente novos estudos e indicadores, bem como mantemos o Prêmio IESS. Fato reconhecido e destacado por Gisele.
Você também tem um estudo capaz de ajudar no desenvolvimento da saúde suplementar ou está fazendo um trabalho de conclusão de curso de pós-graduação com foco no setor? Fique atento para a abertura das inscrições da edição 2020. Teremos novidades em breve.
Enquanto isso, confira por que a premiação é tão relevante na opinião da vencedora do último ano.
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Marília Augusta Raulino Jácome conquistou o primei...A precificação segundo faixas etárias é praticada em todos os contratos de planos de saúde individuais/familiares e coletivos por adesão. Mesmo nos planos e seguros coletivos empresariais, ainda que predomine a prática de preço médio para todos os colaboradores, o plano tende a ser estruturado segundo faixas etárias. Isso porque, se o plano não for custeado integralmente pela empresa, esta estrutura é importante para identificar a parcela da contraprestação com que cada colaborador/beneficiário deverá arcar. Fato importante, inclusive, para determinar a mensalidade que o colaborador terá de pagar se quiser manter o benefício após se aposentar ou ser desligado da empresa sem justa causa.
Essa estrutura, com o aumento da mensalidade de acordo com a idade, tende a gerar um sentimento negativo especialmente na última faixa etária, quando as pessoas já se aposentaram e não mantêm o nível de rendimentos que detinham anteriormente. Mas isso significa que os planos são caros e injustos para as pessoas mais idosas?
Do ponto de vista desses beneficiários, claro, as mensalidades são muito caras comparadas com suas rendas de aposentadoria. Mas analisando matemática e atuarialmente, não há como afirmar que estas mensalidades são altas. Sobretudo porque elas não cobrem o custo médio de atendimento assistencial do grupo etário de maiores de 58 anos de idade, sendo necessário – como já comentamos aqui – ser subsidiados pelas mensalidades dos beneficiários mais jovens por meio de um mecanismo conhecido como pacto intergeracional. Ou seja, a regulação do setor foi pensada para que os idosos tenham uma mensalidade inferior ao seu custo efetivo, de forma a viabilizar a permanência desse público nos planos de saúde.
O assunto foi tratado em profundidade na análise especial “Reajuste de mensalidade de planos coletivos por mudança de faixa etária: legalidade e economicidade”, que fizemos para apresentação em audiência pública no Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Confira.
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https://economiaempauta.com/numero-de-idosos-em-pl...Março está começando e muitos estudantes estão naquela fase (difícil) de definir o tema do trabalho de conclusão de curso. Se você está pensando em algo relacionado ao setor de saúde, já pode colocar na sua agenda o X Prêmio IESS , que acontece em dezembro.
Além da premiação para trabalhos de pós-graduação, o evento contará (novamente) com espaço para exibição de pôsteres de trabalhos acadêmicos. O que dá aos graduandos uma ótima oportunidade de mostrar seus trabalhos, ter contato e debater ideias com outros pesquisadores com mais tempo de carreira e também gestores de todos os elos da cadeia produtiva de saúde suplementar.
Ah, se você está conduzindo um trabalho relacionado à saúde suplementar com foco em Direito, Economia ou Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde dentro de uma empresa, também pode se inscrever para compartilhar os seus achados.
Afinal, o nosso foco é disseminar informações e fomentar debates capazes de suportar o aprimoramento do setor. Algo que, modéstia à parte, estamos conseguindo.
Confira o depoimento de Mario César Pereira Lima, expositor de pôster no IX Prêmio IESS, sobre a importância desse espaço.
Quer saber um pouco mais sobre o trabalho de Lima? Veja o vídeo abaixo.
Então, já sabe. Não esqueça de considerar o Prêmio IESS quando decidir o foco de seu trabalho de conclusão de curso. Já estamos ansiosos para ver o que será apresentado este ano!
