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Abril 2018
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Não há como negar a facilidade e comodidade que os avanços tecnológicos trazem em nossa rotina. Como reforçamos em diferentes situações, a correta utilização da tecnologia pode auxiliar nos serviços de saúde para diferentes necessidades, seja facilitando o acesso do paciente, melhorando a comunicação entre todos os elos da cadeia e outras aplicações.  No entanto, a saúde no Brasil ainda continua sendo analógica, mesmo em um mundo cada vez mais digital.

Uma nova pesquisa mostra que, em 10 anos, as interações médicas serão cada vez mais com o uso de câmeras, sensores e dispositivos robóticos, já que as organizações de saúde em todo o mundo estão modernizando os diferentes serviços para a chamada “Internet das Coisas” (IoT).

O relatório “Building the Hospital of 2030” foi produzido pela Aruba, empresa especializada em soluções digitais, e é resultado de uma série de entrevistas realizadas com especialistas e líderes do setor. Para eles, é importante que se crie ambientes de saúde mais inteligentes, com incorporação de tecnologias móveis e de nuvem, melhorando o atendimento e transformando a experiência do paciente.

Uma das previsões do estudo é exatamente sobre a integração dos dados, como já mostramos aqui. Com maior quantidade de informações e condições do tratamento, os profissionais conseguem ter avaliações mais precisas da saúde do paciente em tempo real para auxiliar na tomada de decisão. 

No entanto, a segurança das informações do paciente e instituições ainda é uma preocupação. O relatório mostra que 89% das organizações de saúde que adotaram estratégias da Internet das Coisas sofreram algum tipo de violação das informações.  Neste sentido, fica o alerta e a lição de casa: com o aumento dos dispositivos tecnológicos nos próximos anos, um dos principais desafios é a visibilidade e confidencialidade da segurança desses dados. Sendo assim, é fundamental a implementação de ferramentas para proteger a privacidade do paciente.

Abril 2018
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Acabamos de publicar a nova edição do boletim Saúde Suplementar em Números que traz uma análise especial sobre os planos exclusivamente odontológicos no país, apresentando dados de contratação, por região e faixa etária desse segmento no ano de 2017.

O relatório aponta que, no período entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, houve aumento de 1,6 milhões de vínculos dos planos exclusivamente odontológicos, terminando o ano com 23,2 milhões de beneficiários, o que representa um aumento de 7,2%. Vale lembrar que no mesmo período, o setor de planos de saúde médico-hospitalares registrou queda de 0,6%.

O relatório ainda mostra um crescimento do número de beneficiários exclusivamente odontológicos em todas as regiões do país no mesmo período, com destaque para o Nordeste. A região apresentou a maior variação nos 12 meses analisados, com crescimento de 12,6%, ou seja, 516 mil novos vínculos. Essa performance foi seguida pela região Norte, com aumento de 9,1% ou 87 mil novos vínculos; Sudeste, que apresentou alta de 6,5%, ou 824,6 mil novos vínculos; Centro-Oeste, com incremento de 6,2%, ou seja, 83 mil novos vínculos e Sul, que teve alta de 5,4%, totalizando 123,8 mil novos vínculos. 

Continuaremos apresentando dados da nova edição do Saúde Suplementar em Números aqui nos próximos dias.

Dezembro 2017
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Já falamos aqui no blog da importância de atualizações e revisões da regulação para diferentes setores, inclusive na Saúde Suplementar. Apesar dos constantes avanços, ainda há muito o que ser feito para enfrentar alguns entraves do mercado de saúde. É neste sentido que o trabalho de estreia da nossa sessão de Publicações Recomendadas foi desenvolvido pelo Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais da FGV (Fundação Getulio Vargas) e apresenta alternativas que o setor pode adotar, almejando mudanças na área regulatória.  

Hoje, iniciamos uma série de publicações relacionadas ao trabalho “Qualidade Regulatória da Saúde Suplementar no Brasil” apresentando algumas questões acerca da regulamentação brasileira, possíveis entraves e alternativas para a modernização das práticas da agência reguladora. 

Criada em novembro de 1999, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem como um dos principais objetivos defender os beneficiários de serviços dos planos de saúde. De lá pra cá, houve uma série de avanços na fiscalização, processos, sanções e multas aplicadas pela agência. No entanto, exatamente pelo crescimento no número de beneficiários e operadoras de planos de saúde, houve também acréscimo nas notificações e multas, fruto de mudanças nas fiscalizações e na agilidade com que as reclamações de consumidores são apuradas. 

Para se ter uma ideia, em dezembro de 2016, o índice geral de reclamação dos planos de saúde atingiu um patamar de 2,8 reclamações a cada 10.000 beneficiários para operadoras de grande porte; 2,1 para operadoras de médio porte; e 2,3 para operadoras de pequeno porte. Em junho do mesmo ano, maior parte das reclamações estava relacionada à falta de informação ao beneficiário com relação à cobertura dos planos (66%). 

Para lidar com este universo de alto número de queixas, foi necessária uma série de atualizações nos processos da agência reguladora, tema dos nossos próximos posts.  

Quer ter seu trabalho publicado em nosso portal, veja aqui  como fazer. 

Dezembro 2017
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O número de pessoas ocupadas no Brasil subiu 1,6% entre o terceiro trimestre de 2017 e o mesmo período do ano passado. O que representa o acréscimo de 1,4 milhão de trabalhadores no País, totalizando 91,3 milhões de pessoas ocupadas, segundo a nova edição do boletim Conjuntura Saúde Suplementar. 

A notícia pode parecer boa, uma vez que, como já apontamos outras vezes, o mercado de planos de saúde provavelmente não verá uma recuperação efetiva enquanto a economia nacional não reagir e passamos a ver uma retomada do total de postos de trabalho. 

Contudo, o aumento registrado no Conjuntura não refletiu em um incremento no total de vínculos com planos de saúde coletivos empresariais, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores, que recuaram 0,7% no mesmo período. 

Isso porque este incremento foi puxado pelos empregos informais e trabalhos autônomos. O total de trabalhadores informais aumentou 6,2% no período analisado. Já o de autônomos, avançou 4,8%.  

Considerando apenas o total de postos de trabalho com carteira assinada, houve uma redução de 2,8% no total de empregos entre o terceiro trimestre de 2017 e o mesmo período de 2016. Sem carteira assinada, trabalhando na informalidade ou de maneira autônoma, os profissionais não recebem benefícios como o plano de saúde médico-hospitalar ou odontológico das empresas onde atuam. 

Mesmo que o avanço da taxa de ocupação se concentrasse integralmente no mercado formal ainda seria cedo para falar em recuperação do setor de saúde suplementar. Uma vez que no últimos anos, o setor perdeu mais de 3 milhões de beneficiários, 2 milhões apenas nos planos coletivos empresariais. 

Dezembro 2017
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Estamos expandindo nossas atividades para promover a disseminação de conhecimento na saúde suplementar. A partir de hoje, vamos passar a receber e publicar estudos produzidos por outros pesquisadores, empresas, entidades e organizações. Se você tem um estudo com foco em saúde suplementar, pode enviá-lo para nós e vê-lo publicado e recomendado em nosso site.  

Todos os trabalhos recebidos serão analisados por uma comissão dos pesquisadores e consultores técnicos do IESS antes de serem publicados. O trabalho de curadoria irá dar preferência a estudos com foco em saúde suplementar que se enquadrem na área do Direito, Economia ou Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão de Saúde. Diferentemente do que acontece com o Prêmio IESS, os trabalhos não precisam ter sido apresentados a uma instituição de ensino previamente. 

Para participar, basta enviar seu estudo para [email protected] com o assunto “Publicações Recomendadas” 

Consulte o regulamento completo do IESS Recomenda 

Dezembro 2017
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Como já divulgamos aqui no blog, o Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar registrou um aumento de 65.048 novos postos de trabalho no setor – crescimento de 1,9% no período de 12 meses encerrados em outubro de 2017. 

O relatório sinaliza que todas as regiões brasileiras fecharam o mês de outubro com saldo positivo nas contratações, com destaque para a região Sudeste como a maior provedora de vagas: 4.393 no total. O destaque ficou por conta do setor de Prestadores de Serviços, com 2.966 novos postos de trabalho. 

Na segunda posição, está a região Nordeste com 2.148 vagas, seguida pela Região Sul, com 1.905 novos postos de trabalho, a região Norte, com 125 novas vagas e, por fim, a região Centro-Oeste, com abertura de 40 vagas.  

No total, a cadeia produtiva da saúde suplementar emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho nacional. Na análise do mesmo período por subsetor, o segmento de Fornecedores foi o que apresentou maior crescimento, de 2,2% na base comparativa, seguido por Prestadores, com alta de 1,9%, e Operadoras, com expansão de 1,5%.  

Na cadeia produtiva da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), correspondendo a 2,4 milhões de ocupações, ou 71,5% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 821 mil pessoas, 24,1% do total. As operadoras e seguradoras empregam 151,2 mil pessoas, ou seja, 4,4% da cadeia. 

Continue acompanhando os nossos posts. Em breve, falaremos mais sobre o assunto. 

Novembro 2017
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Em nosso trabalho de buscar caminhos para o aprimoramento da gestão de saúde suplementar é comum buscarmos e apresentarmos as experiências internacionais. Contudo, como costumamos lembrar aqui no Blog e em nossos estudos, nem todas essas experiências poderiam “simplesmente” ser implementadas por aqui. Além de diferenças socioculturais, perfil da população e perfil epidemiológico, entre outros pontos, quase sempre há questões de regulação que precisam ser levadas em conta. Pensando nisso, estamos publicando, agora, o TD 67 – Regulação da Saúde Suplementar: teoria e experiências nos países.  

O trabalho analisa a regulação do setor no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Austrália, apresentando seus pontos fortes e fracos e analisando especificidades de cada país, como o modelo da atuação do governo sobre o mercado local de saúde. Por exemplo, nos Estados Unidos e Canadá, os governos regionais são livres para regular o setor, pois a agência reguladora criada pelo governo central atua apenas no âmbito macroeconômico e não sobre a relação direta entre operadoras, prestadores de serviço e beneficiários. Já o caso australiano é mais semelhante ao nosso, com uma agência reguladora que atua de forma mais centralizada -  assim como acontece com a ANS.  

A análise é importante para destacar alguns dos problemas brasileiros, bem como modelos que poderiam auxiliar no aperfeiçoamento da regulação nacional. Afinal, a exposição das experiências e características dos diferentes mercados oferecem subsídios para uma nova reflexão sobre o modelo de saúde suplementar brasileiro e das possíveis mudanças para melhorar o desempenho do setor. Proteção ao beneficiário, aumentos de custos e articulação entre os agentes econômicos do setor são alguns dos temas centrais nesse debate. 

Nos próximos dias, traremos mais informações sobre o TD. Fique ligado! 

 

Novembro 2017
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Acabamos de divulgar o primeiro Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, que produzimos em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O estudo mostra que todo dia, 829 brasileiros falecem em decorrência de condições adquiridas nos hospitais, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos. Ou seja, os eventos adversos são a segunda causa de morte mais comum no Brasil. 

Os dados apontam o falecimento de 302.610 brasileiros em hospitais públicos ou privados como consequência de um “evento adverso", apenas em 2016. Além do óbito, estas falhas também podem levar a sequelas que comprometem as atividades do dia a dia, além de sofrimento psíquico e aumento do custo assistencial. 

O estudo foi elaborado com dados de 133 hospitais, em um período de 12 meses. Por “eventos adversos” são considerados, por exemplo, erros de dosagem de medicamento ou de aplicação, uso incorreto de equipamentos ou infecção hospitalar. Não significa que houve negligência ou baixa qualidade, mas, um incidente que poderia ter sido evitado. 

Nos próximos dias, traremos os dados completos do primeiro Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil com informações essenciais para a saúde no país. Fique por dentro. 

Novembro 2017
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O setor de saúde suplementar busca por novas respostas para preservar sua sustentabilidade econômica, financeira e assistencial. Envelhecimento da população, incorporação de novas tecnologias, judicialização da saúde. Esses são apenas alguns dos diversos desafios do setor. Algumas das soluções propostas estão nos trabalhos vencedores do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar. 

Nessa sétima edição, os avaliadores vão demonstrar como os trabalhos vencedores podem contribuir diretamente para aperfeiçoar o setor de saúde suplementar brasileiro. Se você também busca por respostas para essas questões, não perca a apresentação dos vencedores do VII Prêmio IESS nas categorias Economia, Direito e Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão da Saúde. 

O anúncio acontece durante o “Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde”, dia 7 de dezembro, a partir das 8h30, no complexo Aché Cultural, no Instituto Tomie Ohtake.  

Também iremos contar com duas palestras que prometem revolucionar a saúde no País e a apresentação do novo IESSdata. Confira a programação completa. 

As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Inscreva-se agora. 

Novembro 2017
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Rede de atendimento e cuidados integrados na jornada do paciente são temas extremamente sensíveis e relevantes na saúde suplementar. Deixar o “hospitalocentrismo” e pensar na melhor forma de prover saúde representa um dos grandes desafios do setor atualmente. Para ajudar nessa reflexão e análise, trouxemos uma das maiores especialistas internacionais no assunto para palestrar no Seminário Qualidade e Eficiência na Saúde: a CEO da Aceso Global, Maureen Lewis. 

  • Como construir uma rede integrada de prestadores de serviço? 

  • Como mudar o sistema de saúde para entregar mais qualidade? 

  • Como explorar a gestão de informações para revolucionar o sistema de saúde? 

Essas são algumas das provocações que debateremos no painel “Revolucionando o sistema de saúde por meio da qualidade e eficiência”, dia 7 de dezembro, a partir das 8h30, no complexo Aché Cultural, no Instituto Tomie Ohtake. Um conteúdo inédito, exclusivo e imperdível! 

Além desse importante assunto, o evento também está recheado de novidades: 

  • Iremos apresentar os trabalhos vencedores do VII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar e apontar como, na prática, eles podem ajudar o setor; 

  • Lançaremos o novo IESSdata, uma plataforma única de dados, totalmente redesenhada para ser mais intuitiva e interativa, constituindo a mais potente ferramenta de pesquisa de dados do setor; e, 

  • Contaremos também com a participação de Ana Maria Malik, coordenadora do GV Saúde, que irá apontar caminhos para a melhoria da qualidade do cuidado em saúde. 

  

Veja a programação completa e se increva. Mas corra, que as vagas são limitadas.