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13° Prêmio IESS | Vencedores da categoria Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde

Nome Ana Sobrenome Borges
Submitted by aborges on sex, 08/12/2023 - 14:56
No dia 5 de dezembro, o IESS anunciou os vencedores do 13° Prêmio IESS. O evento foi transmitido ao vivo em nossos canais. Confira, no vídeo, um pouco sobre os trabalhos laureados na categoria Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde.
Dezembro 2023
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Na oportunidade serão conhecidos os vencedores da principal premiação do País para trabalhos acadêmicos com foco na saúde suplementar

Na próxima terça-feira (5/12), a partir das 9h, será realizada a cerimônia de premiação do 13º Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar. Durante o evento, que acontece em formato híbrido, no Auditório da Abramge, haverá um painel de debate com especialistas sobre um tema bastante atual e necessário no segmento “O uso da inteligência artificial no sistema de saúde”.

Os convidados do IESS irão discutir, dentre outros assuntos, o uso da inteligência artificial na saúde, como ela pode ser utilizada no combate às fraudes, na aplicabilidade preditiva, na gestão assistencial, bem como no apoio a diagnósticos. Além disso, o debate tratará dos efeitos da IA nas relações entre operadoras e prestadores, responsabilização, regulação e muito mais.

Com mediação de José Cechin, superintendente executivo do IESS, a mesa de debate contará com a participação de Erika Fuga, head médica de saúde na Neurotech; André Filipe de Moraes Batista, professor e coordenador - Data Science, no Insper; e Fabio Gandour, cientista e designer de inovação, ex-cientista chefe da IBM.

Na ocasião, o IESS também fará o lançamento de um novo estudo sobre o tema, o Texto para Discussão “A inteligência artificial no setor de saúde: conceitos e aplicações”.

13º Prêmio IESS

Os autores dos melhores trabalhos acadêmicos nas três categorias estabelecidas: Economia, Direito, e Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão de Saúde, serão contemplados com R$ 15 mil para os 1º colocados e R$ 10 mil para os 2º colocados em cada categoria. Os orientadores dos trabalhos vencedores receberão R$ 3 mil cada.

Vale lembrar que a iniciativa do IESS, considerada a principal premiação do País para trabalhos acadêmicos com foco na saúde suplementar, é focada no incentivo à pesquisa. O Prêmio se consolidou nesse segmento no período de mais de uma década, resultando em mais de 60 pesquisas premiadas e algumas centenas de estudos avaliados.

Serviço:

13º Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar

Painel de debate: O uso da inteligência artificial no sistema de saúde

Data: 5 de dezembro

9h às 10h – Cerimônia de premiação

10h às 12h – Painel de debate

Local: Auditório da Abramge - Rua 13 de Maio, 1.540, Bela Vista, São Paulo

Transmissão ao vivo pelo site e canal do Youtube do IESS

Inscrições limitadas pelo portal IESS

Sobre o IESS
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações
LetraCerta Inteligência em Comunicação

Emerson Oliveira – [email protected]
(11) 3812-6956 | 98231-8002

IESSNews #27 | 50,9 milhões de brasileiros têm plano de saúde

Nome Ana Sobrenome Borges
Submitted by aborges on qui, 30/11/2023 - 14:46
Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB 87). O Brasil atingiu, em setembro deste ano, uma marca histórica de adesões a planos de saúde, tanto nos médico-hospitalares, quanto nos exclusivamente odontológicos – 50,9 milhões e 32 milhões de beneficiários, respectivamente. 
Novembro 2023
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Estudo do IESS, com dados de 2019 a 2022, também aponta leve queda em procedimentos no grupo de risco e desperta ponto de atenção

Entre 2019 e 2022, o número de diagnósticos, tratamentos e acompanhamentos relacionados ao câncer de próstata aumentou 4,2% na saúde suplementar (de 14,1 mil para 14,7 mil). Apesar do indicador positivo, no entanto, ficou abaixo do volume de adesões do público masculino a planos de saúde médico-hospitalares. Nos últimos três anos da análise, houve crescimento de 6,6% em novos vínculos, sendo mais representativo nos grupos etários a partir de 40 anos.   

As informações são do novo estudo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), edição especial “Novembro Azul”, mês dedicado à conscientização da importância dos cuidados da saúde do homem e prevenção do câncer de próstata. O levantamento mostra, ainda, registro de queda de 16,8% nas internações no período de pandemia (entre 2019 e 2020) e ligeira alta de 2,1% de 2020 para 2021, contabilizando 11,7 mil e 12 mil procedimentos, respectivamente.    

O estudo também traz dados específicos da população de maior risco (50 a 69 anos) e indica que as internações no período analisado diminuíram. Em 2019, a estimativa era de que a cada mil beneficiários de planos de saúde nessa faixa etária, 3,7 foram internados com o diagnóstico de câncer de próstata – em 2022, eram 3,6. Já entre 2020 e 2021, o número se manteve estável em três para cada mil, ambos os registros ficaram abaixo dos períodos pré e pós-pandemia.  

Crescimento de adesões a planos

Vale ressaltar que as adesões a planos de saúde médico-hospitalares voltaram a crescer entre 2020 e 2022, apesar dos desafios impostos pela pandemia. Durante o período, houve alta de 6,6% no número de vínculos do público masculino – passou de 22 milhões para 23,4 milhões de contratos no País. O crescimento se deu em quase todos os grupos etários, porém foi mais significativo nos de 40 a 44 anos (20,8%), 45 a 49 anos (14,8%), e 70 a 74 anos (14%).

O superintendente executivo do IESS, José Cechin, ressalta que os dados apresentados no estudo despertam um ponto de atenção. “Apesar do crescimento nos casos relacionados ao câncer de próstata, também tivemos um número maior de adesões de homens em planos de saúde. Portanto, nos indica que tivemos uma queda per capita no número de procedimentos, algo que preocupa”, afirma, acrescentando importância da realização de exames preventivos para o não agravamento dos casos, que quando constatados de aneira tardia, se tornam mais letais e com custos maiores para o sistema suplementar.

O Novembro Azul é principal campanha voltada a saúde do homem, com foco especial na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é mais comum em homens de idade avançada, com nove em cada dez diagnósticos ocorrendo em indivíduos com mais de 55 anos no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Além disso, é o primeiro mais incidente entre os homens no Brasil (excluindo-se o câncer de pele não melanoma).

Clique aqui para acessar o estudo na integra.

Sobre o IESS
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações
LetraCerta Inteligência em Comunicação

Emerson Oliveira – [email protected]
(11) 98231-8002
 

Novembro 2023
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Análise aponta comprometimento negativo de 12,7% das receitas das operadoras. Proposta é que o conteúdo sirva de base para criação de mecanismos legais e regulatórios para o aprimoramento do sistema

As fraudes e os desperdícios no sistema de saúde suplementar aumentam os custos, prejudicam beneficiários e comprometem a sustentabilidade do sistema. O setor sempre esteve sob ataques nessas questões e, apesar dos esforços permanentes para coibir e prevenir que ocorram, o Brasil ainda enfrenta um grande desafio no enfrentamento desse tema. 

As operadoras de planos de saúde promoveram importantes avanços nos últimos anos para enfrentar as fraudes: promoveram melhoria de gestão, criaram comitês, passaram a usar indicadores de avaliação e aplicaram novos métodos e tecnologias – inclusive da valendo-se da inteligência artificial. 

A agenda de enfrentamento vai além das técnicas de combate: se faz cada vez mais necessário que os agentes públicos aprimorem o arcabouço normativo e a legislação para combater o problema. Diante disso, o IESS lança estudo inédito com dados e análises sobre as fraudes e desperdícios no setor. O conteúdo foi desenvolvido pela EY, traz uma dimensão real do problema e tem como proposta incentivar o debate e apresentar meios de reduzir essas perdas, seja a partir da melhoria regulatória, seja por avançar na estrutura de governança e de ferramentas voltadas para combater a prática.

O estudo apresenta um diagnóstico com o perfil de fraudes e desperdícios no setor, traz dados sobre as melhores práticas em âmbito internacional, e apresenta dados inéditos de estimativas de valores e perdas para o sistema. Além disso, aponta insights com objetivo de prevenir e combater o problema.    

Para se ter uma ideia, em 2022, estima-se que houve comprometimento negativo da ordem de 11% a mais de 12% nas receitas das operadoras de planos de saúde. O indicador apontado na análise representa perdas e prejuízos reais para o setor estimados entre R$ 30 bilhões e R$ 34 bilhões.

“São indicadores que ameaçam a sustentabilidade do sistema como um todo. Particularmente porque, sem um combate sem tréguas, a tendência é a fraude e o desperdício se alastrarem. Enfrentamos um cenário de contraste, pois, de um lado temos a melhor marca em relação ao número de beneficiários, quase 51 milhões; e, de outro, a questão das perdas com fraudes e desperdícios, que são altos. Essas perdas afetam a sinistralidade, o desempenho operacional das operadoras e, por fazerem parte dos custos, impactam diretamente sobre as mensalidades dos compradores de planos”, aponta o superintendente executivo do IESS, José Cechin.

É possível identificar, a partir do trabalho, quais são as principais práticas nocivas exercidas pelos agentes do setor, os poucos propensos à desonestidade entre beneficiários, prestadores de serviços e fornecedores de insumos.

Da mesma forma, ao avaliar o tema, o IESS entende que ao longo dos anos ocorreram mudanças profundas sobre a forma como as fraudes são praticadas. Na visão de Cechin, embora esse não seja o foco do estudo, no passado, havia uma incidência grande de fraudes cometidas a partir de atendimentos assistenciais. O que foi mais marcante, há cerca de oito anos, foi o episódio da chamada “Máfia das Próteses” – casos de sobrepreço de insumos e denúncias de cirurgias e uso de dispositivos médicos sem necessidade, ou sem a devida qualidade, expondo os pacientes a riscos graves. Hoje, adiciona Cechin, a conduta fraudulenta está mais concentrada em atos administrativos, como as fraudes em pedidos de reembolso e a novíssima forma que consiste no uso / criação de CNPJs fictícios, para gerar empregados igualmente fictícios, para quem o esquema fraudulento gera um contrato plano de saúde junto à uma operadora em situação regular. O passo seguinte é criar atendimentos fictícios, para obter reembolso real. Nesses casos mais recentes, não há envolvimento de beneficiários efetivos nem de prestadores. Trata-se de uma operação complexa que só pode ser realizada por uma organização criminosa.

“Olhando de forma histórica, as operadoras investiram muito no combate às fraudes que envolviam a órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs), sem mencionar as quatro CPIs e os diversos projetos de lei que foram sugeridos: aperfeiçoaram o sistema de controle, centralizaram compras, passaram a comprar materiais e medicamentos muito caros diretamente junto à indústria, reposicionaram contratos com prestadores e se mantiveram próximas do beneficiário para incentivar as denúncias. É preciso lembrar que as compras diretas reduziram volumosos recursos pagos na forma de comissões que em muito pouco, ou nada mesmo, contribuíam para os desenlaces clínicos para os pacientes. Agora, olhando em perspectiva para esse novo momento, a gestão das operadoras tem sido mais atenta às fraudes administrativas, o que ainda é um desafio enorme e que envolve ajustes de estruturas internas e muita tecnologia, inclusive com apoio de inteligência artificial”, analisa. “Eu diria que, como o setor de saúde suplementar passa por enormes transformações, essas mudanças também se expressam na forma como se praticam as fraudes e como requer um novo olhar para conter esse mal.”

Não há que se menosprezar o impacto na redução de gastos com fraudes, abusos e desperdícios ligados àquelas práticas normalmente cirúrgicas, envolvendo OPME, lembra Cechin. “Naquela ocasião, as despesas com internações na saúde suplementar respondiam por perto de 45% de todas as despesas das operadoras com serviços de assistência à saúde. Em contraste, os reembolsos representavam meia dúzia de pontos percentuais da despesa. Claro, com a pandemia e com essas novas práticas de reembolso esse percentual praticamente dobrou, embora precise-se ressaltar que nem todas as operações de reembolso eram legítimas e nem todo a aumento poderá ser atribuído a fraudes”, reafirma Cechin.

Referência para o setor

Além de ser um instrumento relevante de pesquisa, o estudo também pode servir de inspiração para aprofundar o debate sobre a criação de um arcabouço normativo, jurídico e regulatório, para coibir e eliminar de forma eficaz essas práticas no ambiente privado da saúde.

“A proposta é que o novo estudo do IESS se torne uma boa fonte de referência para pautar o debate no setor e possa estimular a criação de mecanismos legais e regulatórios visando contribuir para inibir e aniquilar essa prática nefasta para toda a comunidade da Saúde Suplementar, pois afeta de maneira muito prejudicial todo o sistema de saúde”, conclui Cechin.   

Para acessar o estudo na íntegra, clique aqui.

Sobre o IESS
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realiza estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações
LetraCerta Inteligência em Comunicação

Emerson Oliveira – [email protected]
(11) 98231-8002
 

Webinar IESS | Fraudes e desperdícios: impactos e soluções para a saúde suplementar

Nome Ana Sobrenome Borges
Submitted by aborges on sex, 17/11/2023 - 12:25
As fraudes e os desperdícios no sistema de saúde suplementar aumentam os custos, prejudicam beneficiários e comprometem a sustentabilidade do sistema. O setor sempre foi suscetível a essas questões e, apesar dos esforços constantes para coibir e prevenir que ocorram, o Brasil ainda enfrenta um grande desafio no enfrentamento desse tema. Diante disso, o IESS realiza no dia 23 de novembro, a partir das 10h, um encontro com especialistas. Iremos apresentar estudo inédito encomendado pelo Instituto e debater sobre os tipos de fraudes e desperdícios, os impactos para toda a cadeia e as soluções para o setor. O encontro também será transmitido pelo site (www.iess.org.br) e pelo Facebook (@iessbr)

Fraudes e desperdícios: impactos e soluções para a saúde suplementar

Nome Ana Sobrenome Borges
Submitted by aborges on qui, 16/11/2023 - 14:14
No dia 23 de novembro, a partir das 10h, reuniremos especialistas em mais um Webinar IESS. Não perca este importante debate sobre fraudes e desperdícios na saúde sumplementar com a apresentação de estudo inédito do IESS. NÃO É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO.

Fraudes e desperdícios: impactos e soluções para a saúde suplementar

Nome Ana Sobrenome Borges
Submitted by aborges on qui, 16/11/2023 - 14:14
No dia 23 de novembro, a partir das 10h, reuniremos especialistas em mais um Webinar IESS. Não perca este importante debate sobre fraudes e desperdícios na saúde sumplementar com a apresentação de estudo inédito do IESS. NÃO É NECESSÁRIO FAZER INSCRIÇÃO.