Hábitos alimentares, estilo de vida, doenças crônicas não transmissíveis e fatores de risco entre beneficiários e não beneficiários de planos de saúde no Brasil: Análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
Autores: Bruno Minami e Elene Nardi
Apoio Acadêmico: Antonio C. Campino
Superintendente Executivo: Luiz Augusto Carneiro
O estudo busca descrever diferenças entre beneficiários e não beneficiários de planos de saúde no Brasil segundo hábitos alimentares, estilos de vida, Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e fatores de risco com base nos dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013.
A Variação de Custos Médicos Hospitalares (VCMH): um compêndio dos estudos do IESS e uma atualização do tema
Autores: Natalia Lara, Amanda Reis e Bruno Minami
Superintendente executivo: Luiz Augusto Carneiro
Compilação tem como objetivo esclarecer os diferentes pontos que impactam na variação do indicador e sua consequência para a saúde suplementar.
Projeção das despesas assistenciais da Saúde Suplementar (2018-2030)
Autora: Amanda Reis
Superintendente executivo: Luiz Augusto Carneiro
As operadoras de planos de saúde devem gastar R$ 383,5 bilhões com assistência de seus beneficiários em 2030. O montante representa um avanço de 157,3% em relação ao registrado em 2017 e acende uma luz amarela, de alerta, para o setor. Conheça nossas projeções para o setor de saúde suplementar.
Trabalho inédito constata que a VCMH do Brasil tem seguido um padrão global de comportamento, similar ao encontrado inclusive nas economias mais desenvolvidas e estáveis. Por exemplo, a VCMH do Reino Unido é 4,2 vezes superior à inflação geral da economia local, segundo um dos critérios aplicados, enquanto a proporção brasileira, pelo mesmo parâmetro, é de 2,8 vezes.
Estudo inédito mostra que pessoas sem plano odontológico tendem a ter mais problemas bucais. Os dados apontam que 1,1% dos respondentes sem plano odontológico não tinham nenhum dente na boca. Já entre os beneficiários respondentes, a proporção de pessoas sem dentes é bastante inferior, de apenas 0,1%. Se os números pudessem ser expandidos para toda a população, isso representaria mais de dois milhões de pessoas sem dentes no País.
O estudo "Seguro de Saúde Baseado em Valor: conceitos e evidências no sistema de saúde norteamericano" aponta que os gastos em saúde no sistema público e privado têm sido um debate mundial. A tendência de aumento da inflação médica continua tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil e tem sido de grande preocupação para os governos. Com esse cenário econômico, faz-se necessário repensar as práticas de saúde que estão sendo aplicadas aos pacientes e, ao mesmo tempo, aumentar a qualidade do tratamento ao indivíduo.
Estudo inédito aponta benefícios de modelos de pagamento prospectivos, que priorizem questões como a qualidade do atendimento. Dos cinco países com a inflação médica mais elevada, três utilizam o fee-for-service (FFS) como modelo de pagamento de serviços de saúde, revela o estudo inédito “Fatores associados ao nível de gasto com saúde: a importância do modelo de pagamento hospitalar”.
