Na próxima segunda-feira, 10 de abril, a gestão do governo federal do presidente Lula completa 100 dias à frente do país. O período é considerado um marco, pois dá o tom de qual deve ser a atuação ao longo dos próximos 4 anos e mostra as vontades e iniciativas que começam a se construir. A pasta da Saúde também merece um balanço para acompanharmos o que tem sido feito – ou prometido.
Após meses consecutivos de alta, as oportunidades de empregos formais na cadeia produtiva da saúde apresentaram leve queda (-1%) no País. Nos últimos três meses encerrados em dezembro de 2022, o número de pessoas empregadas no setor totalizou 4,72 milhões – em setembro havia 4,77 milhões. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).
Após meses consecutivos de alta, as oportunidades de empregos formais na cadeia produtiva da saúde apresentaram leve queda (-1%) no País. Nos últimos três meses encerrados em dezembro de 2022, o número de pessoas empregadas no setor totalizou 4,72 milhões – em setembro havia 4,77 milhões. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, publicação do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).
Após meses consecutivos de alta, as oportunidades de empregos formais na cadeia produtiva da saúde apresentaram leve queda (-1%) no País. Nos últimos três meses encerrados em dezembro de 2022, o número de pessoas empregadas no setor totalizou 4,72 milhões – em setembro havia 4,77 milhões. As informações são do Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde nº 62, publicação do IESS.
O jornal Diário do Comércio, um dos mais conceituados de Minas Gerais, também abriu espaço para falar sobre a Análise Especial da NAB nº 79 do IESS. A reportagem revela que os planos coletivos empresariais foram os que mais cresceram, contribuindo para que o estado atingisse marca recorde de adesões.
