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Fevereiro 2018
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Divulgamos recentemente a Análise Especial - Saúde Suplementar em Números. A publicação traz diferentes dados sobre beneficiários de planos médico-hospitalares no país com base nos números disponibilizados pelo ANS Tabnet. 

Um dos principais apontamentos do estudo diz respeito ao crescimento de vínculos por faixa etária em todo o país: três delas apresentaram variação positiva nesse período. De 34 anos a 38 anos; 39 a 43 anos e 59 anos ou mais, sendo 0,8%, 2,1%, e 1,9%, respectivamente.

Em todo o país, 16 Estados apresentaram crescimento nas duas faixas etárias com melhor desempenho - 39 a 43 anos e 59 anos ou mais – mesmo naqueles em que houve variação total negativa no número de beneficiários, como foi o caso de Bahia, Distrito Federal e Minas Gerais. 

Como já dissemos aqui, o Amazonas foi o que o apresentou o maior crescimento proporcional de beneficiários médico-hospitalares, com avanço de 7,5% no período de 12 meses encerrado em setembro de 2017. Esse resultado foi fortemente influenciado pelas duas faixas etárias com maior crescimento. No Estado, a faixa etária de 39 anos a 43 anos apresentou crescimento de 10,2%, e a de 59 anos ou mais, teve um aumento de 23,3%, ambas muito superior ao segundo Estado com maior variação: o Ceará apresentou avanço de 5,5% para 39 anos a 43 anos, e 4,8% para 59 anos ou mais. Piauí, Tocantins e Sergipe também foram destaques positivos.

Vale lembrar que a análise leva em consideração a variação proporcional de beneficiários. Sendo assim, Estados com uma amostra menor no total de vínculos tendem a apresentar grandes variações. Outro ponto a se reforçar é de que a taxa de cobertura dos planos de saúde ainda é inferior nas regiões Norte e Nordeste com relação ao restante do país, sendo de 10,7% e 12,3%, respectivamente. Ou seja, o mercado ainda está em expansão nesta região e ainda há um grande espaço para crescimento. 

Continuaremos a apresentar os resultados da Análise Especial - Saúde Suplementar em Números nos próximos dias. Não perca.

Fevereiro 2018
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Acabamos de divulgar a Análise Especial - Saúde Suplementar em Números. A pesquisa traz resultados heterogêneos nos números estaduais de beneficiários de planos médico-hospitalares, apesar da tendência de queda nos últimos meses.

No período de 12 meses encerrado em setembro de 2017, o Estado do Amazonas foi o que o apresentou o maior crescimento proporcional de beneficiários nesse tipo de assistência, com avanço de 7,5%, seguido por Piauí e Acre, com 3,2% e 3,0%, respectivamente.

Já o Alagoas foi o Estado com maior queda de vínculos médico-hospitalares, com baixa de 5,7% 7,5%, seguido de Alagoas, com 5,3% a menos no mesmo período analisado.

Vale lembrar que os dados são disponibilizados pelo ANS Tabnet, atualizado trimestralmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), ou seja, o intervalo de setembro de 2016 e o mesmo mês em 2017 é o último período divulgado.

Continuaremos a apresentar os dados de número de beneficiários médico-hospitalares por Estado e faixa etária na próxima semana.

Dezembro 2017
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A nova edição do "Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar" segue apontando a criação de novos postos de trabalho mesmo com retração no total de emprego na economia nacional. 

O boletim destaca que o número de pessoas empregadas formalmente no setor cresceu 1,9% no período de 12 meses encerrados em outubro de 2017, enquanto o total de empregos formais da economia nacional teve retração de 0,8% no mesmo período. 

O levantamento apresenta o total de trabalhadores com carteira assinada empregados pela cadeia de saúde suplementar (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e, operadoras e seguradoras de planos de saúde), atualizando o estoque e o fluxo de empregos setor, além de apresentar a distribuição geográfica destes postos de trabalho.  

No total, a cadeia produtiva da saúde suplementar emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho nacional. Os dados serão analisados, aqui no Blog, nos próximos dias. 

Novembro 2017
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A mais recente edição da NAB reforça que o setor de planos de saúde médico-hospitalares segue mostrando sinais de reação aos primeiros momentos de restabelecimento da economia nacional. O estudo que traz os números de outubro de 2017 ante o mesmo mês do ano passado aponta retração de 1,0% no total de beneficiários. Mesmo com o rompimento de 465 mil vínculos de planos médico-hospitalares no período, os dados representam uma redução no ritmo da queda, que estava em 3,2% em novembro de 2016. 

Grande parte dos 465 mil vínculos rompidos no período analisado está concentrada na região Sudeste. A maior queda ocorreu no Estado de São Paulo, cuja perda foi de 253.669, ou seja, queda de 1,4%. No Rio de Janeiro, o recuo foi proporcionalmente maior: 3,5% dos beneficiários locais romperam o vínculo com o plano. O que significa 194,9 mil beneficiários a menos. 

Um dos fatores que apoiaram a queda da retração é a retomada da criação de novos postos de trabalho em outros setores da economia. Segundo dados do CAGED, no 3º trimestre de 2017, Indústria, Comércio e Serviços tiveram desempenho positivo na criação de vagas formais simultaneamente pela primeira vez desde o 3º trimestre de 2014. 

Nos próximos dias iremos explorar esses números aqui no Blog. Não perca.   

Novembro 2017
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Conforme divulgamos recentemente, a nova edição da NAB aponta que o número de beneficiários de planos médico-hospitalares começou a apresentar sinais de reação no cenário nacional. Apesar de a pesquisa apontar rompimento de 624,6 mil vínculos com planos médico-hospitalares entre setembro de 2017 e o mesmo mês do ano passado, caiu o ritmo da retração. Para se ter uma ideia, no período analisado, houve queda de 1,3% no total de beneficiários contra 3,3% em outubro de 2016. 

Os sinais desta reação podem ser vistos pelos números por Estado. Nos 12 meses encerrados em setembro de 2017, mais de um terço dos Estados brasileiros apresentou crescimento no número de beneficiários. Goiás, Ceará, Piauí, Sergipe, Acre, Amazonas, Tocantins, Paraná e Santa Catarina, são os estados que apresentaram crescimento. Destaque na região Norte, o Amazonas foi o Estado com o maior crescimento proporcional: aumento de 37,7 mil de beneficiários, ou seja, 7,5% em setembro de 2017 comparado com o mesmo mês do ano passado. 

Além do Amazonas, outros dois estados do Norte apresentaram crescimento expressivo do total de beneficiários de planos médico-hospitalares nos 12 meses encerrados em setembro deste ano. No Acre, foram firmados 1,2 mil novos vínculos. O que representa um crescimento de 3%. Já no Tocantins, apesar de o crescimento ter sido proporcionalmente menor, 1,2%, o número de novos beneficiários foi ligeiramente maior: 1,4 mil. 

Nos próximos dias, vamos apresentar os números das demais regiões de acordo os números da última edição da NAB nos próximos dias. Não perca. 

Novembro 2017
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Na última semana, divulgamos a mais recente edição da NAB, que mostra os números de beneficiários de planos de saúde entre os meses de setembro de 2016 e o mesmo mês deste ano. Como uma tendência das últimas edições da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), o mercado de planos exclusivamente odontológicos segue como destaque positivo na saúde suplementar brasileira.  

Os dados apontam que entre setembro deste ano e o mesmo mês do ano passado houve crescimento de 7,8% no total de beneficiários exclusivamente odontológicos, correspondendo a mais de 1,6 milhão de novos vínculos. Já na variação de três meses, entre junho e setembro de 2017, o aumento foi de 2,4%. Ou seja, mais de 500 mil novos beneficiários neste tipo de plano. 

Repetindo a performance da última edição da NAB, a região Nordeste segue como destaque positivo entre os planos exclusivamente odontológicos. No período de 12 meses encerrados em setembro de 2017, a região foi a que apresentou maior crescimento proporcional, com a entrada de mais de 500 mil novos beneficiários, representando alta de 12,5%. 

Já em números absolutos, o Estado de São Paulo apresentou aumento de736.986 beneficiários no mesmo período, alta de 10% entre setembro de 2016 e setembro de 2017. Neste período, a única queda aconteceu no Distrito Federal, com perda de 2.808 beneficiários. 

Traremos mais números da NAB nos próximos dias aqui no Blog. Não perca 

Outubro 2017
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A nova edição da NAB registrou o rompimento de 624,6 mil vínculos com planos médico-hospitalares entre setembro de 2017 e o mesmo mês do ano passado. A retração de 1,3% no total de beneficiários representa uma redução no ritmo de rompimentos de vínculos que estava em 3,3% em outubro de 2016.

Dos 624,6 mil vínculos rompidos no período analisado, 92,8% se concentram na região Sudeste do Brasil: o que significa que 579,8 mil beneficiários deixaram de contar com seus planos. Queda de 2%. Apenas em São Paulo foram 355,8 mil, o que representa um recuo também de 2%. No Rio de Janeiro, o recuo foi proporcionalmente maior: 3,7% dos beneficiários locais romperam o vínculo com o plano. O que significa 206,6 mil beneficiários a menos.

A NAB ainda ponta que nos 12 meses encerrados em setembro de 2017, o segmento de planos de saúde exclusivamente odontológicos avançou 7,8%, firmando 1,7 milhão de novos vínculos. Destes, 899,5 mil (54,4%) se concentram no Sudeste e 502,3 mil (30,4%), no Nordeste. 

Nos próximos dias iremos explorar esses números aqui no Blog. Não perca. 

Setembro 2017
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A nova edição da NAB aponta que o mercado de planos exclusivamente odontológicos segue como destaque positivo na saúde suplementar brasileira. Entre agosto deste ano e o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 7,1% no total de beneficiários desse tipo de plano, correspondendo a quase 1,5 milhão de novos vínculos.

O boletim também aponta nova queda no total de beneficiários dos planos médico-hospitalares no mesmo período de 12 meses: 696,2 mil beneficiários saíram dessa modalidade de plano, o que corresponde a uma retração de 1,5% no total.

Nos próximos dias, iremos analisar os resultados desta nova edição da NAB. Não perca.

Setembro 2017
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Acabamos de divulgar a Análise Especial “Caracterização dos beneficiários de alto custo assistencial - Um estudo de caso”. O trabalho inédito mostra que aproximadamente dois terços (66,5%) dos gastos assistenciais da operadora analisada são consumidos no atendimento de apenas 5% dos beneficiários de um plano de saúde.

O estudo foi feito com base nos gastos de uma operadora de autogestão com 76,1 mil beneficiários em 2015 e aponta alguns fatores para as principais despesas com a assistência neste grupo, como o envelhecimento, a prevalência de doenças crônicas e a frequência de internação de pacientes com multimorbidade. 

Apesar dos números do estudo não corresponderem à totalidade do mercado de saúde suplementar, eles apontam para algumas preocupações necessárias. Falaremos melhor disso, aqui no blog, nos próximos dias. Não perca!

Agosto 2017
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A nova edição da NAB apontou o rompimento de 653,8 mil vínculos com planos de saúde médico-hospitalares no Brasil entre julho de 2017 e o mesmo mês do ano passado. Uma queda de 1,4%. Contudo, há sete unidades da federação que apresentaram crescimento no total de beneficiários.

Nos próximos dias, iremos analisar os resultados das cinco grandes regiões do País e dos planos exclusivamente odontológicos. Não perca.