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Saúde Suplementar: Saiba como a pandemia prejudicou a realização de consultas

Dezembro 2021
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A “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2015 e 2020”, produzida pelo IESS com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), traçou um panorama do setor nos últimos anos e trouxe dados que mostram como a pandemia afetou os serviços de saúde. As medidas restritivas para barrar o avanço da Covid-19 atingiram diretamente as consultas médicas ambulatoriais.

Como o IESS mostrou recentemente, entre 2019 e 2020, a especialidade mais impactada na saúde suplementar foi pediatria (-35,4%), seguido por otorrinolaringologia (-32%) e clínica médica (-28,6%) – especialidade focada no diagnóstico e tratamento de patologias em adultos. Outras quedas expressivas foram assinaladas nos atendimentos de traumatologia-ortopedia (-27,1%) e gastroenterologia (-27%).

Já a análise do período pré-pandemia, de 2015 a 2019, demonstra que as especialidades que tiveram os maiores avanços foram geriatria (+63,7%), hematologia (+42,5%) e psiquiatria (+42,4%). O aumento nas consultas com psiquiatras também foi percebido no TD 84, do IESS, ao observar crescimento nos quadros depressivos entre os beneficiários de planos de saúde, saltando de 8,6% para 12,7% entre 2013 e 2019 – saiba mais. Além disso, os atendimentos nas áreas de proctologia e clínica médica subiram 21,8% e 20% respectivamente.

Para mais detalhes sobre o Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil, clique aqui.

Gastos com internações aumentam em 70% na saúde suplementar

Novembro 2020
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Mesmo representando menos de 1% do total de procedimentos na saúde suplementar, as internações detêm a maior parcela das despesas do segmento. O alerta está na “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2014 e 2019”. No período analisado, as despesas com esse tipo de procedimento tiveram elevação de 70,1%, saltando de 47,3 bilhões em 2014 para 80,4 bilhões em 2019.

Em 2019, as internações responderam por 44,8% do total das despesas do setor, seguidas por R$ 36 bilhões com exames complementares, o que representa 20,1%, e R$ 25,8 bilhões com consultas médicas, 14,1% dos gastos. Além das despesas com terapias e demais despesas médico-hospitalares.

Em 2019 foram realizadas quase 8,6 milhões de internações entre os beneficiários da saúde suplementar, número 13,9% maior na comparação com 2014. O que mostra que a taxa de internação no setor está aumentando, tendo passado de 15,1%, em 2014 e para 18,4% em 2019.

O Brasil passa por um fenômeno de transição demográfica e envelhecimento populacional. Claro que é um avanço da sociedade e da medicina, mas isso traz um aumento das despesas médicas e acende um alerta para a necessidade de se pensar mecanismos para garantir equilíbrio econômico-financeiro, satisfação e qualidade para todos os envolvidos na cadeia, sejam beneficiários, operadoras e prestadores de serviços.

Para se ter uma ideia, o número de internações por fraturas de fêmur entre idosos (60 ou mais anos) quase dobrou, passando de 10,8 mil para 20,7 mil. Outro dado que chama a atenção é do número de internações por problemas cardíacos, também fortemente relacionados com o envelhecimento da população. A internação por infarto agudo do miocárdio cresceu 38,5% entre 2014 e 2019 e para implantação de marcapasso passou de 10,4 mil para 13,7 mil, avanço de 31,8%. As internações por doenças do aparelho circulatório e respiratório representaram cerca de 11,6% do total de internações em 2019.

Nós já mostramos aqui que o setor de planos de saúde médico-hospitalares registrou aumento das despesas na assistência à saúde, mesmo com redução do número total de beneficiários e também o avanço na quantidade de procedimentos de assistência médico-hospitalar realizados no mesmo período. Veja aqui.

Com o objetivo de contribuir ainda mais com a disseminação de dados da assistência à saúde no Brasil, o IESS elaborou o documento com base nos números do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, publicação anual da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Acesse aqui o estudo aqui.

Beneficiários estão utilizando mais o plano de saúde

Novembro 2020
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Nós já mostramos aqui que o setor de planos de saúde médico-hospitalares registrou aumento das despesas na assistência à saúde, mesmo com redução do número total de beneficiários. A “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2014 e 2019” também mostra que cresceu a quantidade de procedimentos de assistência médico-hospitalar realizados no mesmo período. No intervalo analisado, o número total passou de 1,19 bilhão para 1,43 bilhão, aumento de 19,6%.

Nesse período, observamos que houve um aumento de 28,1% no número de procedimentos por beneficiário, o que corresponde a um salto de 14 exames complementares por beneficiário em 2014, por exemplo, para 19 em 2019. O número de brasileiros com planos de saúde foi de 50,1 milhões para 47,0 milhões, redução de 6,1%, no mesmo intervalo de tempo.

A análise mostra que todos os procedimentos apresentaram aumento, em especial dos exames complementares, com crescimento de 28,7%; terapias, com avanço de 27,7%; e internação, que registrou aumento de 13,9%. Em 2019, foram realizados 916,5 milhões de exames complementares, 277,5 milhões de consultas médicas ambulatoriais, 158,8 milhões de outros atendimentos ambulatoriais (sessões/consultas com fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, terapeuta ocupacional, psicólogos e outros), 72,0 milhões de terapias e 8,6 milhões de internações.

Importante lembrar que os dados podem significar que os brasileiros estão mais conscientes da importância de se ter um acompanhamento médico ao longo da vida do que realizar visitas pontuais aos prontos-socorros. No entanto, é fundamental estarmos atentos para a superutilização de exames e procedimentos. A publicação reforça a necessidade de repensar o setor, aprimorar sua gestão e enfrentar desafios como a adoção de programas efetivos de promoção da saúde.

Para se ter uma ideia, a análise mostra que, na saúde suplementar brasileira, o número de exames de ressonância magnética por mil beneficiários passou de 115,4 em 2014 para 179,0 em 2019. Essa taxa é superior à média dos Estados Unidos (128,0), da Islândia (109,3) e do Canadá (54,5), por exemplo. Países com os valores mais altos entre os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Continuaremos apresentando novos dados da “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2014 e 2019”. Acesse o estudo aqui.

Despesas das operadoras sobem mesmo com queda de beneficiários

Novembro 2020
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O setor de planos de saúde médico-hospitalares registrou aumento das despesas na assistência à saúde, mesmo com redução do número total de beneficiários. É o que mostra a “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2014 e 2019” que acabamos de publicar. No intervalo analisado, as despesas passaram de R$ 105 bilhões para R$ 179 bilhões, crescimento de 70,8%.

Nesse período, observou-se um aumento de 37,7% do gasto per capita. Com isso, as despesas com terapias e outros atendimentos ambulatoriais mais que dobraram, registrando aumento de 150,0% e 107,4%, respectivamente. No mesmo intervalo de tempo, o número de brasileiros com planos de saúde foi de 50,1 milhões para 47,0 milhões, redução de 6,1%.

As terapias e outros atendimentos ambulatoriais, foram seguidos pelas internações, que tiveram avanço de 70,1%, consultas em pronto-socorro, com alta de 61,8%, e dos exames complementares, que subiram em 59,6%.

Apesar das internações serem uma parcela pequena da quantidade de procedimentos assistenciais, com menos de 1%, elas ainda representam a maior quantia em termos financeiros. Em 2019, essas despesas chegaram aos R$ 80,4 bilhões, o que representa 44,8% do total, uma alta de 70,1% no período analisado. O que reforça a necessidade de o sistema de saúde privado estar atento ao processo de envelhecimento populacional, que irá demandar um maior número de consultas, exames e internações.

Com o objetivo de contribuir ainda mais com a disseminação de dados da assistência à saúde no Brasil, a “Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar no Brasil entre 2014 e 2019” foi elaborado com base nos números do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, publicação anual da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O relatório ainda traz números de exames, consultas, terapias e internações no período assinalado, além de comparar com dados de outros países para avançar nas discussões sobre ações de prevenção de doenças e promoção da saúde, políticas e práticas do setor. 

Acesse na íntegra 

Saúde suplementar em números (04/12/19)

Dezembro 2019
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Acabamos de divulgar a Análise Especial do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, publicação feita com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que põe uma lupa sobre os números do setor em 2018. O documento avança a partir do sumário executivo que já havíamos publicado – reveja nossos comentários sobre a publicação – e detalha os números de procedimentos ambulatoriais, consultas por tipo de especialidade, o crescimento da busca por saúde mental no Brasil e muito mais. Além disso, fizemos uma comparação entre os resultados de 2013 e 2018. 

Entre os destaques da publicação estão: 

• Entre 2013 e 2018, o número de procedimentos de assistência médico-hospitalar passou de 1,1 bilhão para 1,4 bilhão. Aumento de 5,4%. 

• No mesmo período, as despesas assistenciais com esses procedimentos saltaram de R$ 92 bilhões para R$ 160 bilhões (valores nominais), crescimento de 74%. 

Embora o número de procedimentos e despesas assistenciais esteja avançando nos últimos anos, a quantidade de beneficiários médico-hospitalares caiu 3,2%. Eram 48,7 milhões em 2013, mas 47,2 milhões em 2018.  

• Houve aumento do número médio de exames complementares por beneficiário, de 14 em 2013 para 18 em 2018. 

Já as principais variações que detectamos entre 2013 e 2018 foram:  

• O número de consultas com geriatras passou de 951,6 mil para 1,5 milhão, aumento de 59,3%. 

• O total de consultas com psiquiatras foi de 3,4 milhões em 2013 e avançou para 4,9 milhões em 2018, crescimento de 44,5%. 

• A quantidade de consultas com terapeuta ocupacional cresceu 137,8% no período e as com psicólogo, 93,8%. 

• Duplicou o número de internações em hospital-dia para saúde mental, foram 49,2 mil em 2013 e 100 mil em 2018. Alta de 103,2%. 

• As despesas assistenciais com terapias e com outros atendimentos ambulatoriais mais que dobraram em termos nominais, aumento de 160,5% e 126,7%, respectivamente. 

• Os gastos com consultas médicas em pronto-socorro avançaram 90%; os com exames complementares, 69,3%; as despesas com consultas médicas ambulatoriais, 52,5%; e, com internações, 47,2%. 

  

Nos próximos dias iremos detalhar esses resultados. Não perca. 

R$ 160 bilhões

Julho 2019
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As despesas assistenciais das operadoras de planos de saúde (OPS) médico-hospitalares em 2018 somaram R$ 160,1 bilhões. O valor representa um aumento de 10,5% em relação às despesas para atender aos pacientes registradas no ano anterior, de acordo com a análise especial que fizemos do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, apresentada aqui no blog, na última sexta-feira (12/07). 

Foram realizados 1,4 bilhão de procedimentos para atender aos beneficiários de planos médico-hospitalares em 2018, 5,4% a mais do que em 2017. O total de terapias foi o que mais avançou, saltando de 77,2 milhões em 2017 para 93,4 milhões em 2018. Alta de 21%. Além disso, foram realizados 274,4 milhões de consultas, 164,2 milhões de outros atendimentos ambulatoriais (por exemplo, consultas e sessões com nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, psicólogo e outros procedimentos ambulatoriais), 861,5 milhões de exames e 8,1 milhões de internações. 

Apesar de o volume de terapias ter sido o que mais cresceu na comparação anual, quando olhamos para os valores com as despesas assistenciais, o maior incremento aconteceu em outros atendimentos ambulatoriais. Em 2018, foram R$ 13,3 bilhões ante R$ 10,6 bilhões do ano anterior, alta de 24,9%. Já as despesas com terapias avançaram 23,1%, passando de R$ 10,4 bilhões para R$ 12,8 bilhões. 

As internações são o tipo de procedimento responsável pela maior parcela das despesas assistenciais com beneficiários de planos médico-hospitalares. Foram R$ 68,2 bilhões investidos em 8,1 milhões de internações em 2018. No período de 2017 e 2018, houve crescimento na quantidade de internação, mesmo com a queda do número de beneficiários, e a tendência observada nestes dois anos é de que o movimento deve continuar a crescer, dado o rápido envelhecimento da sociedade brasileira, especialmente se não avançarmos em agendas de Promoção de Saúde, Prevenção de doenças, Coordenação do Cuidado e Atenção Primária à Saúde (APS). 

Também vale notar que as despesas assistenciais das OPS com os beneficiários de planos médico-hospitalares complementam o total executado pelo Governo Federal com o Sistema Único de Saúde (SUS) ao longo de 2018. De acordo com o Portal da Transparência, mantido pela Controladoria Geral da União (CGU), o Governo Federal contava, em 2018, com um orçamento total de R$ 121,9 bilhões para a saúde como um todo e executou R$ 108,2 bilhões. Nesse mesmo ano, a saúde suplementar somou mais R$ 160,1 bilhões com as despesas assistenciais para atender cerca de 47,20 milhões de beneficiários de planos médico-hospitalares (isso sem contar despesas administrativas e tributos). 

Todo esse investimento tem um importante fator social também para os não beneficiários da saúde suplementar. Uma vez que, ao atender um quarto da população brasileira, o sistema de saúde privado colabora para a saúde dos Brasileiros. 

Pôster Produção assistencial Mapa Assistencial Análise Especial do Mapa Assistencial Médico-hospitalar Qualihosp

Produção assistencial na saúde suplementar do brasil entre os anos de 2011 e 2017 | Bruno Minami

Março 2019

Pôster sobre produção assistencial na saúde suplementar do brasil entre os anos de 2011 e 2017, com base no Estudo Especial: Despesas com internações de operadora de autogestão, apresentado no Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde (Qualihosp) em 20 de marços de 2019.

Cresce uso de serviços de saúde no Brasil

Dezembro 2017
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Contribuindo ainda mais com a disseminação de dados e reflexões sobre o setor de saúde suplementar no país, lançamos nesta semana a “Análise do mapa assistencial da saúde suplementar no Brasil entre 2011 e 2016”. O estudo foi construído com base no Mapa Assistencial, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e observa a assistência à saúde no período destacado, faz comparações com outros países e com o Sistema Único de Saúde (SUS). 

A quinta edição do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar apresentou um panorama do setor no país com base nos dados referentes ao ano de 2016 encaminhados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, através do Sistema de Informação de Produtos (SIP).  

Um dos destaques da análise diz respeito ao crescimento no volume de procedimentos assistenciais. Foram realizados 1,2 bilhão de procedimentos, aumento de 6,8% entre 2015 e 2016. No mesmo período, as terapias cresceram em 44,5% e o número de exames em 6,7%. Já as internações apresentaram queda de 1,1%. 

No entanto, deve-se lembrar que no mesmo período analisado, houve redução de 3,1% no número de beneficiários de planos médico-hospitalares em todo o país, o que representou pouco mais de 1,5 milhão de vínculos a menos. Assim, mesmo com queda de 1,1% no total de internações, aumentou o número médio de internações para cada 100 beneficiários. 

Este é, na verdade, um fato observado desde 2012, e um dos nossos pontos de atenção e temas de diversos estudos: o sucessivo aumento do número médio de procedimentos assistenciais por beneficiário. Este fenômeno é de grande importância para toda a cadeia de saúde suplementar e envolve temas complexos que já alertamos, como envelhecimento, prevenção e promoção da saúdemodelos de pagamento, eficiência e efetividade das novas tecnologias em saúde, acesso, regulação e outros.  

Se por um lado pode ser um fator positivo o maior acesso aos diferentes serviços de saúde por parte dos beneficiários de planos médico-hospitalares, estes números também podem representar um uso excessivo de alguns procedimentos sem vantagens para a saúde dos beneficiários. Como já abordamos aqui, a média de determinados exames está aumentando também na comparação com outros países – voltaremos a falar sobre este assunto nos próximos dias. Estas questões impactam diretamente nos gastos com saúde, podem acarretar em problemas econômicos e ameaçar a sustentabilidade do sistema. 

 

Análise do mapa assistencial da saúde suplementar no Brasil

Dezembro 2017
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Divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a quinta edição do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar apresentou um panorama do setor no país com base nos dados referentes ao ano de 2016 encaminhados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, através do Sistema de Informação de Produtos (SIP).  

Num esforço de colaborar ainda mais com a tomada de decisão e contribuir com a disseminação de informações da saúde suplementar brasileira, fizemos uma análise dos dados assistenciais disponibilizados pela agência reguladora. A “Análise do mapa assistencial da saúde suplementar no Brasil entre 2011 e 2016” observa a assistência à saúde no setor no período destacado e, por meio de alguns indicadores, faz comparações com outros países e com o Sistema Único de Saúde (SUS). 

Por meio de uma extensa análise, o estudo fornece um panorama sobre os beneficiários de planos médico-hospitalares no país e aponta questões relacionadas à assistência, como consultas médicas (ambulatoriais e em pronto-socorro), atendimentos com outros profissionais além do médico, exames, terapias e internações. As despesas assistenciais (em reais correntes) das operadoras de planos médico-hospitalares informadas à ANS por tipo de procedimento de 2011 a 2016 também foram contempladas na análise. 

Ao longo dos próximos dias traremos informações detalhadas da nossa análise. Não perca.