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Abril 2021
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Como inscrever um trabalho vencedor no Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar? Nosso webinar irá mostrar o que você deve saber antes de participar da nova edição da iniciativa. É amanhã, 29, a partir das 10h. O evento totalmente online e gratuito marca a abertura das inscrições na premiação e irá reunir os avaliadores dos trabalhos participantes nas três categorias. O encontro será transmitido ao vivo no canal do YouTube, no portal e em nossas redes sociais.

Neste evento, queremos trazer um breve histórico da premiação em mais de uma década de existência e sugerir temas que podem ser submetidos ao concurso para que cada vez mais pesquisadores se interessem em contribuir para o debate.

Para tanto, além de mediação de Cechin, o webinar contará com a participação dos avaliadores das pesquisas: Alberto Ogata, diretor da ABQV e avaliador da categoria Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde; Antonio Campino, professor titular da FEA-USP e avaliador da categoria Economia; e Luiz Felipe Conde, advogado mestre em saúde e avaliador da categoria Direito.

Além do disputado certificado e da visibilidade do prêmio, o primeiro colocado de cada categoria recebe R$ 15 mil e o segundo, R$ 10 mil. Desde o último ano, o IESS passou a premiar os orientadores dos trabalhos vencedores com a quantia de R$ 3 mil. Com o aumento do valor e o prêmio para orientadores, a somatória dos valores saltou de R$ 45 mil para R$ 93 mil.

Ainda dá tempo de se inscrever. Já se inscreveu? Então mande suas dúvidas em nosso WhatsApp que incluiremos no debate: (11) 93352-3355.

Adicione o lembrete abaixo e não se esqueça: é nesta quinta-feira, 29 de abril, a partir das 10h. Até lá!

Abril 2021
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O que você deve saber antes de inscrever seu trabalho no XI Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar? Como inscrever um trabalho vencedor? Responderemos essas e outras dúvidas em nosso webinar exclusivo na próxima quinta-feira, dia 29, a partir das 10h.

Na ocasião, iremos apresentar mais detalhes e discutir as novidades da maior premiação de trabalhos acadêmicos no setor de saúde suplementar nacional, além de fornecer dicas para inscrever o seu trabalho, os cuidados a serem tomados para garantir sua participação, os erros e acertos das pesquisas inscritas ao longo das dez edições anteriores, entre outros temas.

Para isso, reunimos um time altamente capacitado. Nosso superintendente executivo, José Cechin, irá apresentar e mediar o debate com os avaliadores dos trabalhos: Alberto Ogata, diretor da ABQV e avaliador da categoria Promoção da Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde; Antonio Campino, professor titular da FEA-USP e avaliador da categoria Economia; e Luiz Felipe Conde, advogado mestre em saúde e avaliador da categoria Direito.

Garanta já sua vaga e faça sua inscrição aqui. 

Já se inscreveu? Então mande suas dúvidas em nosso whatsapp que incluiremos no debate: (11) 93352-3355.

O encontro é transmitido pelos canais do IESS no Facebook e Youtube. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder esse e os próximos encontros. 

Adicione o lembrete abaixo e não se esqueça: é na próxima quinta-feira, 29 de abril, a partir das 10h. Até lá!

Abril 2021
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Como falamos recentemente, em 2020 mais de 1,6 milhão de teleconsultas foram realizadas pelas 15 operadoras associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). Em 90% delas, o paciente teve seu caso resolvido pelo atendimento virtual, evitando que muitas pessoas saíssem de suas casas à procura de cuidados médicos, lotando ainda mais as instituições de saúde.

No cenário atual de pandemia pelo novo coronavírus, muitos profissionais e pacientes que antes nunca haviam tido contato com a telemedicina passaram a priorizar esse tipo de atendimento, evitando idas desnecessárias aos hospitais. O que chama a atenção para uma demanda antiga: da regulamentação definitiva da telemedicina, para além do período de pandemia.

Por saber dessa necessidade, a entidade lançou a campanha “Telessaúde: Mais Saúde para o Brasil”, iniciativa que conta com uma série de ações. O projeto visa ampliar a discussão sobre a importância da telessaúde e garantir que essa modalidade tenha uma regulamentação definitiva, diminuindo a desigualdade no acesso à saúde.

Em linha com a iniciativa, o artigo de Jamil Cade no Portal Hospitais Brasil também aponta para essa importante questão. Para ele, com a regulamentação da prática, os atendimentos remotos poderão acontecer de forma padronizada e ainda mais segura, com as plataformas corretamente adequadas aos critérios do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“Dessa forma, é possível estimar que cada vez mais profissionais de saúde irão aderir à prática, o que contribui para a diminuição de filas de espera em hospitais e centros médicos, além de proporcionar um atendimento humanizado e acessível para pacientes em qualquer lugar do país e até mesmo fora dele”, aponta o especialista. Apesar das barreiras, sobretudo tecnológicas, que precisam ser quebradas, as teleconsultas hoje conseguem alcançar um grau de resolutividade superior a 80%.

Nunca se falou tanto em Telessaúde como no último ano. Até mesmo quem nunca tinha ouvido falar do termo foi impactado de algum modo. E não é por menos. Trazer cada vez mais informações sobre o potencial da tecnologia na medicina é um assunto urgente, que ganha ainda mais relevância em meio à maior crise sanitária da nossa geração.

De nossa parte, temos, constantemente, abordado o tema em diferentes áreas. Você pode acessar aqui o artigo “Telemedicina do presente para o Ecossistema de Saúde Conectada 5.0”, de Chao Lung Wen, professor líder do grupo de pesquisa USP em Telemedicina, Tecnologias Educacionais e eHealth no CNPq/MCTI e um dos maiores especialistas do País no tema.

Ou ainda o nosso Texto para Discussão que mostra a experiência internacional com o uso do recurso em sete países além do Brasil (Albânia, Austrália, Bangladesh, China, Estados Unidos, México e Noruega).

Acesse o artigo de Jamil Cade na íntegra aqui.

Abril 2021
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“O setor cresce em ritmo acelerado. Dados do IESS apontam que a modalidade saltou de 13,5 milhões de beneficiários em 2010 e saltou para mais de 27 milhões neste ano. Ganhando cada vez mais relevância no cenário brasileiro. Por isso precisamos debater um tema de grande importância para o setor: a desproporcionalidade das multas no segmento”.

O trecho acima foi da fala inicial de Virgínia Rodarte, advogada especializada em saúde suplementar e assessora regulatória do SINOG, em nossa Jornada Jurídica da Saúde Suplementar: “Equilíbrio e equidade na odontologia suplementar - Análise de regras e penalidades”. “Precisamos mesmo revisitar determinadas normas. A ANS tem colaborado com a criação, por exemplo do Grupo de Trabalho do setor em que tentou fazer uma reformulação global do modelo sancionador praticado pela agência”, continuou em sua exposição.

O encontro contou com palestra exclusiva de Floriano de Azevedo Marques Neto, Professor Titular de Direito Administrativo da Faculdade de Direito da USP. Para ele, as sanções têm finalidades de desincentivar condutas indesejadas e reparar a ordem jurídica agredida. “A sanção é uma etapa do sistema regulatório e tem uma série de normas que balizam o comportamento por meio de comando e controle”, reforçou em sua apresentação. “Quando o ticket médio do usuário é, economicamente menor, a baliza do número de beneficiários distorce a proporcionalidade”, apontou o especialista.

O evento ainda teve a participação de Maurício Nunes da Silva, Diretor Substituto de Fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Alice Voronoff, Doutora em Direito Público pela UERJ e procuradora do estado do Rio de Janeiro.

Para ela, as assimetrias de informação no âmbito da saúde suplementar são muito grandes. “Especificamente quando se fala do direito regulatório, temos tipos normativos muito genéricos e, muitas vezes, os agentes regulados têm dificuldade em se conformar a esses normativos”, refletiu.

Para Nunes, o grupo de trabalho da ANS tem ampla participação de diferentes setores da agência e players do setor. “Temos feito o levantamento das multas pagas e selecionamos cinco exercícios para a análise ano a ano”, comentou. “Há regras diferenciadas entre os setores médico-hospitalares e odontológicos com relação ao porte. A odontologia está no marco legal, mas no âmbito infra legal temos uma série de regras apontando diferenças”, continuou.

Iniciando os trabalhos da nossa “Jornada Jurídica da Saúde Suplementar” em 2021 com o importante debate “Equilíbrio e equidade na odontologia suplementar - Análise de regras e penalidades” – que você pode assistir na íntegra aqui no link ou abaixo.

Iniciativa em conjunto com o SINOG – Associação Brasileira de Planos Odontológicos e o Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem), o evento online e gratuito teve transmissão no site e canal do IESS no YouTube e nas redes sociais. Continuaremos trazendo novos aspectos do encontro. Fique ligado.

Livros Saúde Suplementar 20 anos de transformações e desafios

20 anos de transformações e desafios em um setor de evolução contínua

Abril 2021

A nossa missão é ser agente promotor da sustentabilidade do setor pela produção de conhecimento e melhoria da informação sobre a qual se tomam decisões. Esperamos que essa obra reforce e renove nosso compromisso no cumprimento dessa missão.

Abril 2021
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Com oito meses consecutivos de crescimento, o setor de saúde suplementar ultrapassou o saldo de mais de 1 milhão de novos vínculos entre julho de 2020 e fevereiro deste ano. Os dados da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostram que com a retomada, o setor atingiu a marca de 47,7 milhões de pessoas, avanço de 1,6% no período de 12 meses encerrado em fevereiro de 2021.

José Cechin, superintendente executivo do IESS, lembra que na avaliação trimestral, entre novembro de 2020 e fevereiro desse ano, o crescimento de mais de 310 mil novos beneficiários de planos médico-hospitalares significou um avanço de 0,7% no total. “O que mostra que há um esforço das pessoas para não perder o plano de saúde nesse momento”, reflete. “O forte crescimento nos últimos meses, em especial no segundo semestre de 2020, mostra a retomada da confiança de que o setor continuará proporcionando mais acesso aos brasileiros, a despeito da crise econômica e o aumento do desemprego”, reforça Cechin. 

O boletim mostra que mesmo com a queda no primeiro semestre de 2020, as famílias e as empresas brasileiras permanecem com seus planos de saúde. Do total de beneficiários da saúde suplementar, 38,6 milhões, ou 80,9%, são de planos coletivos. Em doze meses, houve aumento de 2,0% entre os coletivos empresariais, 1,6% no tipo adesão e 0,2% entre os individuais. O maior percentual de crescimento aconteceu na faixa etária de 59 ou mais, com avanço de 2,8% em um ano. O que representa aproximadamente 200 mil novos brasileiros idosos com planos de saúde. 

Para Cechin, o setor terá o enorme desafio de lidar com o recente avanço da pandemia de covid-19 no país e a demanda reprimida de procedimentos eletivos. “As operadoras têm flexibilizado sua oferta de produtos visando atrair novos beneficiários, como a venda de planos PME e outras modalidades. Conseguindo lidar adequadamente com o cenário atual de avanço dos casos de coronavírus, o setor poderá ultrapassar a marca dos 48,5 milhões até o fim do ano”, projeta.

 

Exclusivamente odontológicos

O setor de planos exclusivamente odontológicos continua crescendo em ritmo acelerado. O relatório mostra que o segmento cresceu 5,2% em 12 meses e firmou 1,3 milhão de novos vínculos, sendo 616,7 mil apenas entre os meses de novembro de 2020 e fevereiro de 2021.

O resultado foi fortemente impulsionado pela contratação de planos individuais e coletivos por adesão, com avanço de 8,5% e 10,7%, respectivamente. Além disso, a faixa etária de 59 anos ou mais registrou crescimento de 10,2% no período de 12 meses, o que representa aproximadamente 210 mil novas vidas com essa modalidade de assistência.

A NAB consolida os mais recentes números de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares e exclusivamente odontológicos, divididos por estados, regiões, faixas etárias, tipo de contratação e modalidade de operadoras.

O boletim pode ser acessado na íntegra em https://bit.ly/NAB_IESS

Março 2021
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Atenção mais resolutiva e acolhedora, além de melhor custo-efetividade e da experiência do paciente. Esses são alguns dos aspectos da Atenção Primária à Saúde (APS). Por essas e outras características que o Centro de Estudos e Planejamento em Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGVsaúde) realizou, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), um relatório exclusivo sobre o tema. Os resultados da publicação serão discutidos em debate promovido pela FGVsaúde, no dia 24 de março.

A pandemia de Covid-19 gerou uma sobrecarga nos sistemas de saúde em todo o mundo, avançou para o interior do país e em cidades com menor disponibilidade de leitos de alta complexidade. Esse cenário reforça a importância de monitoramento e vigilância epidemiológicos para a redução da mortalidade. Some-se ainda a pressão das despesas com a assistência. É nesse contexto, que a Atenção Primária em Saúde (APS) ganha ainda mais importância.

Segundo os autores do relatório, o maior acompanhamento e controle dos custos assistenciais poderiam reduzir os desperdícios associados à realização de exames e tratamentos de saúde desnecessários. "Com a atenção primária, é possível organizar o cuidado em saúde, atendendo as pessoas de maneira longitudinal, possibilitando uma maior adesão aos tratamentos, racionalização do cuidado e melhores resultados clínicos", detalha Alberto Ogata, pesquisador da FGVsaúde e um dos autores do relatório.

Os pesquisadores descrevem, no relatório, desafios e oportunidades para que a atenção primária à saúde possa ganhar escala também no sistema privado. Os resultados foram obtidos por meio de um estudo qualitativo, de entrevistas com 12 gestores de operadoras de saúde selecionadas no Laboratório de Inovação sobre Experiências de Atenção Primária na Saúde Suplementar Brasileira da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), programa que buscou identificar experiências consideradas como inovadoras na organização de seus serviços a partir da identificação dos atributos da APS, e que apresentassem indicadores de processo e resultados.

Reconhecida há décadas como uma forma de organizar os atendimentos de saúde, a atenção primária, que costuma ser praticada por um médico da família, ainda não é amplamente adotada por planos e seguros de saúde. Parte da resistência vem dos próprios beneficiários, que associam esse tipo de atendimento a uma visão pejorativa do SUS ou de serviços gratuitos.

"O envolvimento de um médico da família é, muitas vezes, entendido, de forma equivocada, como um cerceamento da liberdade de escolher o profissional a quem recorrer. No entanto, é o médico de família quem melhor conhece os caminhos das especialidades da atenção secundária e terciária", contextualiza José Cechin, superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que comissionou a pesquisa. Segundo o executivo, a atenção primária é uma forma de assistência à saúde benéfica ao paciente e capaz de resolver de 80 a 95% dos casos, o que faz dela um processo mais eficiente, tanto em termos de adequação dos tratamentos quanto de custo.

Acesse aqui o relatório na íntegra.

Faça agora sua inscrição para o debate da FGVsaúde.

Março 2021
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Como falamos no início da semana, no Dia Internacional da Mulher, a data é uma oportunidade para refletir e debater sobre o papel delas na sociedade, suas conquistas, direitos e sobre a saúde. Na publicação no dia 08 mostramos alguns dados de procedimentos de assistência realizados pelas beneficiárias da nossa “Análise da assistência à saúde da mulher na saúde suplementar brasileira entre 2014 e 2019”.

Ainda nesse tema, a nossa Análise Especial da Nota de Acompanhamento de Beneficiários também traz uma fotografia das mulheres beneficiárias de planos de saúde de assistência médica.

A publicação mostra que em 2020, havia, em média, 25 milhões de mulheres com planos de saúde de assistência médico-hospitalar, o que representa 53% do total. Desde 2001, o número de mulheres com planos sempre foi superior ao de homens, com diferença média de 3 milhões de vínculos.

A análise mostra que as faixas etárias que mais concentram beneficiárias são dos 25 aos 39 anos. O que tem influência na taxa de cobertura dos planos. A cada 100 brasileiras, 23 possuem plano médico-hospitalar. Essa taxa chega a quase 30% entre as mulheres de 35 a 39 anos e as com 80 anos ou mais. Ou seja, praticamente uma a cada três brasileiras possuem plano de saúde nessas faixas etárias.

A publicação ainda mostra a proporção de mulheres segundo tipo de contratação, modalidade da operadora e segmentação ambulatorial e aponta algumas considerações sobre o perfil das mulheres em comparação com os homens. Em geral, as mulheres cuidam melhor da sua saúde.

Segundo o último “Vigitel Brasil 2018 - Saúde Suplementar”, as beneficiárias de planos de saúde possuem percentual menor de fumantes em comparação com sexo masculino (5,2% em mulheres e 9,2% em homens), de excesso de peso (50,8% versus 63,2%), de obesidade (18,9% vs. 20,5%) e de consumo de refrigerantes (10,1% vs. 15,7%).

Vale ressaltar que o resultado da análise é especificamente para a saúde suplementar. A publicação pode ser acessada na íntegra aqui.