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Contratantes têm optado por duas modalidades de assistência
21/05/2018

Acabamos de publicar a Análise Especial - Saúde Suplementar em Números que traz dados de crescimento dos planos de saúde por segmentação assistencial no país. Segundo o estudo, o setor fechou março de 2018 com 47,4 milhões de beneficiários, o que representa um crescimento em doze meses de 0,3%, ou seja, 128.452 mil vínculos a mais.

A análise ainda traz a variação dividida por segmentações de grupo assistenciais. Dos 12 tipos existentes, o estudo levou em consideração dados de quatro grupos: cobertura ambulatorial; cobertura hospitalar e ambulatorial; cobertura hospitalar; e cobertura de referência. 

Duas apresentaram crescimento no período de 12 meses encerrado em março desse ano: cobertura hospitalar e ambulatorial, com aumento de 1,1% e de cobertura ambulatorial, com alta de 3,1%. Vale lembrar que essas duas segmentações acumulam o maior número de beneficiários, somando 90,6% do total de planos médico-hospitalares.

Como pode ser observado no estudo, a partir de setembro de 2017 houve diminuição do ritmo de queda do total de número de beneficiários em um período de doze meses. No mesmo período, pode-se observar uma tendência de que os novos contratantes de planos de saúde têm optado pelas modalidades de cobertura ambulatorial e cobertura hospitalar e ambulatorial. Sendo assim, há uma tendência de diminuição dos beneficiários das coberturas hospitalar e de referência.

Como exposto no estudo, é importante reforçar que a análise deve ser realizada com cautela, pois os dados de beneficiários divulgados pela ANS podem ser atualizados conforme consta na Nota Técnica do Sistema de Informações de Beneficiários. Isso acontece porque o sistema permite a correção de dados pelas operadoras de planos de saúde de meses anteriores, com inclusão ou cancelamento de beneficiários.

Conheça os resultados completos da Análise Especial - Saúde Suplementar em Números.

Evento debate setor de planos odontológicos
18/05/2018

Nos dias 10 e 11 de maio, foi realizado em São Paulo o 13º Simpósio de Planos Odontológicos – SIMPLO – que reuniu participantes à frente da gestão de empresas do setor, seguradoras de saúde, medicina de grupo, cooperativas odontológicas e médicas, autogestões e filantrópicas, além de representantes dos órgãos de classe e da agência reguladora.

Com o tema “Transformações na Odontologia: a maturidade de um mercado fortalecido”, a proposta do evento é criar e avaliar estratégias para o setor de planos odontológicos, tornando-o ainda mais atrativo e acessível para o brasileiro, ao mesmo tempo em que se amplia a qualidade da assistência nesta modalidade.

Como temos mostrado, a despeito da instabilidade da economia nacional, o segmento de planos exclusivamente odontológicos tem avançado em ritmo acelerado. A última edição da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) mostra que no período analisado – entre março de 2017 e o mesmo mês desse ano – esta modalidade ganhou mais de um 1,3 milhão de novos beneficiários com crescimento em todos os Estados brasileiros. Essa variação representa avanço de 6,2% no total.

Como noticiado, o diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Saúde (ANS), Leandro Fonseca, defendeu a força do trabalho do setor de planos odontológicos para a produtividade das empresas e da economia brasileira. “O setor está atrelado com o crescimento da economia e geração de empregos. Isso se deve a constante melhoria nos processos de trabalho e de uma gestão mais eficiente que precisam estar em consonância com uma regulação baseada nestes conceitos”, comentou no primeiro painel do evento. “Estamos vivendo uma fase de olhar para qualidade do serviço prestado. Neste sentido, temos que incentivar cada vez mais uma competição em base de valor, entre operadoras de planos de saúde, e que indiretamente leva a uma mudança positiva em relação a prestação de serviços de saúde”, concluiu.

Na fala de abertura do seminário, Geraldo Almeida Lima, presidente do Sinog, reforçou a nova fase citada por Fonseca. “As operadoras estão em processo de transformação e se reinventam a cada dia. Tem a transformação das operadoras, transformação das redes, transformação dos territórios”, apontou. 

Ainda são vários os desafios para a melhoria da saúde bucal no país, como apresentamos aqui por meio do TD 66 – “Comparação de qualidade de saúde bucal de beneficiários com planos exclusivamente odontológico e não beneficiários no Brasil”. Por mais que o debate e a adesão tenham sido ampliados nos últimos anos, há muito o que se progredir na conscientização sobre sua importância. “Hoje, apenas 11% dos brasileiros possuem planos odontológicos com maior concentração na região Sudeste. O setor tem potencial para o crescimento e, mesmo com a crise econômica, não inibiu a continuidade de seu crescimento. Ainda temos muitas incertezas que não formam um ambiente propício a expansão dos negócios, mas a questão regulatória também é importante e necessária para operar corretamente”, declarou José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde.

O Simplo é realizado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog) e pela Universidade Corporativa Abramge (UCA).

Diagnosticar antes para tratar melhor
17/05/2018

Importante elo do setor de saúde suplementar, a medicina diagnóstica tem ganhado cada vez mais destaque na mídia pelas diferentes inovações na área que podem resultar em melhoria da assistência e de eficiência para o setor.

Esforço e necessidade dos diferentes agentes de toda a cadeia, a promoção da saúde e a prevenção de doenças é ordem do dia para garantir não só o bem-estar da população – que está cada vez mais envelhecida graças ao mérito dos avanços da medicina –, mas também da sustentabilidade do setor, que enfrenta alta crescente nos custos com a assistência. Nesse caso, o clichê faz total sentido: prevenir é muito melhor que remediar.

É exatamente nessa questão que os avanços da medicina diagnóstica são fundamentais. Como mostrou o DCI nesta quinta-feira, esse cenário de mudança demográfica deve exigir maior investimento em ferramentas de diagnóstico precoce. O uso da tecnologia amplia a eficiência operacional e a aplicação da inteligência artificial está diretamente relacionada com a melhoria dos resultados laboratoriais e de imagem.

Esse uso da inteligência artificial vai ao encontro de projeto colocado em prática pelo Hospital Sírio-Libanês para mapear risco de câncer de pulmão por meio de varredura em laudos de tomografias de tórax, noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo na última semana. 

Pela primeira vez no Brasil, a iniciativa poderá revelar aos médicos quais pacientes têm maior risco de desenvolvimento desse tipo de câncer, um dos mais letais em todo o mundo exatamente por ser assintomático, detectado geralmente em estágios avançados. O diagnóstico precoce deve salvar vidas e ainda economizar em tratamentos.

Conforme mostra a apresentação que pode ser acessada aqui, o setor de diagnósticos tem crescido a passos largos no país. Em oito anos, o estoque de emprego no segmento cresceu 46,7% (aumento de 62 mil pessoas). Sua importância, contudo, vai além dos exames para detecção de diferentes problemas. Conforme mostra o TD 62 – “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil”, entre 25% e 40% dos exames laboratoriais não são necessários, o que acarreta em desperdícios para toda a cadeia e até riscos ao paciente. 

Isso passa, portanto, pela melhor informação e conscientização dos diferentes envolvidos no setor, como profissionais de saúde e paciente. Diante desse cenário, é importante encarar a aplicação dos diferentes recursos e tecnologias em saúde como modo de garantir a ampliação da qualidade assistencial e, ao mesmo tempo, a eficiência e sustentabilidade da saúde suplementar no país.

Ministro da Saúde defende novas alternativas
16/05/2018

O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, encomendou à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a retomada do debate sobre novos formatos de planos de saúde, segundo informações divulgadas nesta semana pela Agência Estado. O ex-presidente da Caixa Econômica Federal assumiu a pasta no último mês com a saída de Ricardo Barros.

Como temos repercutido nas últimas semanas, é importante que o setor finalmente comece a tomar medidas e apresentar novas alternativas que colaborem com a sustentabilidade do setor. "Isso já foi discutido em algum momento. Na ANS, a informação é de que a discussão foi suspensa. Vamos retomar", comentou o ministro Gilberto Occhi. "Defendo as alternativas. A escolha será do cidadão”, concluiu.

Segundo a reportagem, uma das discussões que a pasta defende é sobre o modelo de planos de saúde com franquia e ainda lembra que na proposta em avaliação, a franquia não deverá ser cobrada no caso de alguns procedimentos, como hemodiálise, quimioterapia, exames para prevenção e identificação precoce de algumas doenças crônicas, pré-natal e exames logo após o nascimento de bebês, como o teste do pezinho.

Sobre o ingresso na Justiça com Ação Civil Pública por parte do Idec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor), o ministro disse ser favorável à concessão de um reajuste para contratos particulares de planos de saúde. "Não vou dar minha opinião sobre a ação. O TCU encontrou algumas situações e foi dado um prazo ao órgão fiscalizador para que justificativas sejam apresentadas”, reforçou. 

Para entender melhor sobre o funcionamento dos novos produtos na saúde suplementar, como os planos de franquia e coparticipação, acesse a nossa área temática.

 

Foto: Divulgação

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A saúde suplementar traduzida em dados de forma simples e prática

Infográficos didáticos explicam como funciona a saúde suplementar no país

VÍDEOS

Ana Maria Malik: Construindo uma estratégia para a melhoria da qualidade do cuidado em saúde

Maureen Lewis: Revolucionando o sistema de saúde por meio da qualidade e eficiência

Luiz Augusto Carneiro: Abertura do seminário Qualidade e Eficiência na Saúde

PODCASTS

DOCUMENTOS

O Desafio da Incorporação de Tecnologia e o Equilíbrio na Saúde Suplementar

Apresentação feita por Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, no I...

Inovação em Diagnóstico - O Que é Suportável para Operadoras e Beneficiários de Planos Privados de Saúde?

Apresentação de Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, no...

Workshop FenaSaúde - VCMH

Apresentação feita por Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, no...
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