Sorry, you need to enable JavaScript to visit this website.

Julho 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Entre 2022 e 2023, os procedimentos médico-hospitalares passaram de 1,6 para 1,7 bilhão no Brasil – aumento de 7,5%, considerando os grandes grupos de assistência na saúde suplementar (nos últimos cinco anos o crescimento foi de 18,5%). No mesmo período, as terapias tiveram aumento significativo de 19,7%, saltaram de 66,8 para 79,9 milhões de um ano para o outro, respectivamente.

As informações do Panorama da Saúde Suplementar Brasileira: 2019 a 2023 - Análise do Mapa Assistencial da ANS, desenvolvido pelo IESS, revelam que, apesar da alta expressiva, o volume total de terapias ainda permanece um pouco abaixo que o período pré-pandemia, com queda de 1,4% quando comparado com 2019.

A apuração mostra ainda que, entre 2022 e 2023, houve aumento em todos os tipos de procedimentos analisados. Foi o caso de consultas médicas em prontos-socorros (8,5%), exames complementares (7,1%), internação (4,8%), e consultas médicas ambulatoriais (2,6%).
 
Além disso, durante o período, houve alta de 10,7% no grupo de outros atendimentos ambulatoriais, que incluem, por exemplo, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e terapeutas ocupacionais e psicólogos. 

Para acessar o estudo, na integra, clique aqui.

Estudo Especial

Panorama da Saúde Suplementar Brasileira: 2019 a 2023 – Análise do Mapa Assistencial da ANS

Julho 2024

O estudo, baseado no Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em julho de 2024, analisa a evolução dos beneficiários e o volume de procedimentos realizados pelos planos de assistência médico-hospitalar no Brasil entre 2019 e 2023. O objetivo é identificar tendências emergentes, desafios e oportunidades para aprimorar a saúde suplementar no país. Baixe a íntegra do relatório.

Julho 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Recentemente o IESS divulgou o estudo “Prevalência e fatores associados à hipertensão entre beneficiários de planos de saúde”. A análise, baseada em dados da pesquisa Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2023 (Vigitel), mostra que a doença afetou 25,8% dos beneficiários de planos de saúde, cerca de 3,9 milhões de moradores das capitais do País e Distrito Federal, em 2023.

A maior prevalência, no entanto, está entre os beneficiários com 60 anos ou mais, que foram os mais afetados pela doença (58,9%). O percentual é o dobro do indicador registrado entre a faixa de 40 a 59 anos (29,8%). Entre os mais jovens, com idades entre 18 a 39 anos, a prevalência foi bem menor, de 6,8%.    
      
O estudo também indica que da doença foi ligeiramente maior entre os homens, impactando 26,8% dos beneficiários – 1,8 ponto percentual superior às mulheres. Em relação à cor da pele, o maior percentual registrado (27,1%) corresponde as pessoas pretas, seguido por pardos (26,8%), amarela/indígena (24,2%) e brancas (23,7%). 

Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.

Maio 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Além dos estudos periódicos produzidos pelo IESS, como a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), bem como a sua Análise Especial, e também o Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde (Recs), o IESS também desenvolve estudos especiais sobre diferentes temas ligados à saúde suplementar.
 
No decorrer deste ano, até abril, quatro desses estudos já foram divulgados, são eles:

Dados assistenciais da saúde suplementar – Edição especial: saúde mental 

Janeiro Branco na saúde suplementar: Panorama da saúde mental entre beneficiários de planos de saúde

Dados assistenciais da saúde suplementar: Evolução e perspectivas entre 2019 e 2022

Número de consultas na saúde suplementar: Evolução entre 2019 e 2022 | Análise do Mapa Assistencial da ANS

Os dois primeiros estudos, divulgados em janeiro de 2024, apresentam uma série de dados e informações importantes sobre a saúde mental e foram elaborados com a proposta de reforçar a campanha Janeiro Branco, que busca conscientizar e trazer reflexões sobre essa questão. Veículos de comunicação de expressão, como a CNN Brasil, exploraram o assunto destacando o aumento do número de internações por ansiedade, que saltou de 794 para 2,1 mil entre 2018 e 2022. 

Em março, divulgamos o estudo especial “Dados assistenciais da saúde suplementar: Evolução e perspectivas entre 2019 e 2022”. A análise, baseada nas informações do Mapa Assistencial da ANS apresenta a evolução dos procedimentos ao longo dos anos. 

Já em abril, disponibilizamos outro estudo importe “Número de consultas na saúde suplementar: Evolução entre 2019 e 2022 | Análise do Mapa Assistencial da ANS”. O assunto foi abordado em matéria exclusiva do Estadão, que falou sobre a elevação de 42,1% na busca por especialista em alergia e imunologia durante o período avaliado. O estudo do IESS também foi destaque no Jornal da Cultura

Maio 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Análise do IESS mostra que prevalência da doença é ligeiramente maior entre homens
 
Considerada uma doença silenciosa por não apresentar sinais frequentes ou sintomas de alerta, a hipertensão afetou 25,8% dos beneficiários de planos de saúde, moradores das capitais do País e Distrito Federal, em 2023. O número corresponde a cerca de 3,9 milhões de pessoas que utilizam o sistema de saúde suplementar, revela o novo estudo especial “Prevalência e fatores associados à hipertensão entre beneficiários de planos de saúde”, desenvolvido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

A análise, baseada em dados da pesquisa Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2023 (Vigitel), revela que a prevalência da doença foi ligeiramente maior entre os homens, impactando 26,8% dos beneficiários – 1,8 ponto percentual superior às mulheres.

Em relação à cor da pele, o maior percentual registrado (27,1%) corresponde as pessoas pretas, seguido por pardos (26,8%), amarela/indígena (24,2%) e brancas (23,7%). Os beneficiários com 60 anos ou mais foram os mais afetados pela doença (58,9%), o dobro do registrado entre a faixa de 40 a 59 anos (29,8%). Entre os mais jovens, com idades entre 18 a 39 anos, a prevalência foi bem menor, de 6,8%.

O estudo revela ainda diferenças significativas em relação ao fator escolaridade. Isso porque os beneficiários com menor grau de estudos apresentaram taxa bastante significativa de hipertensão (70,1%), índice bem mais elevado que os com maior grau de estudos – 12 anos ou mais (19,3%) e 8 a 11 anos (26,1%), respectivamente. 

Para o superintendente executivo de IESS, José Cechin, os dados apresentados precisam ser tratados com atenção, já que a hipertensão é uma doença bastante traiçoeira e perigosa, que na maioria das vezes age de forma silenciosa. “É uma doença que, se não for tratada de forma adequada, pode trazer sérios problemas à saúde, como por exemplo, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e insuficiência renal, podendo, inclusive, ser fatal”, observa, acrescentando que a prevenção, por meio da adoção de estilos de vida saudáveis e de exames de rotina, são os melhores caminhos a ser seguido. 

Dia Mundial da Hipertensão – Celebrado em 17 de maio, a data é uma ocasião importante no processo de conscientização das pessoas sobre os perigos e as precauções relacionadas à doença. Além disso, alerta para alguns cuidados, tais como monitorar regularmente a pressão arterial, adotar um estilo de vida saudável e a busca por tratamento adequado. 

Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.

Sobre o IESS
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Mais informações
LetraCerta Inteligência em Comunicação

Emerson Oliveira – [email protected]
(11) 98231-8002
 

Maio 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

Considerada uma doença silenciosa por não apresentar sinais frequentes ou sintomas de alerta, a hipertensão afetou 25,8% dos beneficiários de planos de saúde, moradores das capitais do País e Distrito Federal, em 2023. O número corresponde a cerca de 3,9 milhões de pessoas que utilizam o sistema de saúde suplementar, de acordo com novo estudo especial do IESS.

A análise, intitulada “Prevalência e fatores associados à hipertensão entre beneficiários de planos de saúde”, é baseada em dados da pesquisa Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2023 (Vigitel). A prevalência da doença foi ligeiramente maior entre os homens, impactando 26,8% dos beneficiários – 1,8 ponto percentual superior às mulheres.

Em relação à cor da pele, o maior percentual registrado (27,1%) corresponde as pessoas pretas, seguido por pardos (26,8%), amarela/indígena (24,2%) e brancas (23,7%). Os beneficiários com 60 anos ou mais foram os mais afetados pela doença (58,9%), o dobro do registrado entre a faixa de 40 a 59 anos (29,8%). Entre os mais jovens, com idades entre 18 a 39 anos, a prevalência foi bem menor, de 6,8%.        
  
Dia Mundial da Hipertensão – Celebrado em 17 de maio, a data é uma ocasião importante no processo de conscientização das pessoas sobre os perigos e as precauções relacionadas à doença. Além disso, alerta para alguns cuidados, tais como monitorar regularmente a pressão arterial, adotar um estilo de vida saudável e a busca por tratamento adequado. 

Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.

Estudo Especial

Prevalência e fatores associados à hipertensão entre beneficiários de planos de saúde

Maio 2024

Este estudo especial avaliou a prevalência de hipertensão e os fatores associados entre beneficiários de planos de saúde, em alusão ao Dia Mundial da Hipertensão, celebrado em 17 de maio. Veja a íntegra do estudo. 

Maio 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

A angiologia tem papel essencial na área de medicina vascular e é uma das especialidades que registrou aumento percentual expressivo (21,1%) em consultas entre 2019 e 2022. A informação é do recente estudo “Número de consultas da Saúde Suplementar: Evolução entre 2019 e 2022”, divulgado recentemente pelo IESS. 

A análise, baseada em dados do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, mostra que durante o período, os procedimentos passaram de 1,9 milhão para 2,3 milhões no triênio.  

O estudo do IESS mostra também que as consultas na especialidade alergia e imunologia tiveram um crescimento acentuado de 42,1% – saltaram de 2,1 milhões para 3 milhões de procedimentos no período. O assunto, inclusive, foi explorado pelo jornal O Estado de São Paulo, em reportagem publicada no dia 16/04 (leia na íntegra aqui). 

As consultas dessa especialidade sofreram oscilação desde o início da análise. De 2019 para 2020, no período de pré-pandemia da Covid-19, houve queda no volume total, passando de 2,1 milhões para 1,6 milhão (-25,5%). Mas, a partir de 2021, voltaram ao patamar inicial de 2,1 milhões e, no ano seguinte, atingiram 3 milhões de consultas.  

Clique aqui para acessar o estudo especial na integra.

Maio 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

As consultas médicas têm uma importância fundamental na prestação de cuidados de saúde. Esses procedimentos são o acesso primário para muitos pacientes. Em 2023, a ANS divulgou o Mapa Assistencial da Saúde Suplementar e diante dos dados, o IESS desenvolveu e publicou recentemente a análise “Número de consultas da Saúde Suplementar: Evolução entre 2019 e 2022”. O estudo apontou que houve um uma diminuição de 7,4% nas consultas médicas ambulatoriais no período. 

Apesar de ter havido essa diminuição ao longo dos três anos analisados, no qual tivemos o início da pandemia de Covid-19, entre 2021 e 2022 houve aumento notável de 7,6% no número desses procedimentos ambulatoriais. 

Algumas especialidades médicas, no entanto, apresentaram crescimento na procura de consultas. É o caso da Alergia e Imunologia, que no período teve uma alta de 42,1%. Em 2019, foram registrados 2,1 milhões de procedimentos e em 2022, 3 milhões. 

Ao analisar ano a ano, as consultas com essas especialidades também sofreram oscilação negativa entre 2019 e 2020: de 2,1 milhões para 1,6 milhão, uma diferença de 25,5%. Mas a partir de 2021, voltaram ao patamar inicial de 2,1 milhões e, em 2022, saltaram para 3 milhões, um crescimento expressivo de 42,7% entre os dois últimos anos analisados.  

O estudo aponta algumas possibilidades para este aumento, como maior conscientização sobre alergias e problemas imunológicos e crescimento na prevalência de alergias devido a fatores ambientais ou mudanças nos padrões alimentares. Outra hipótese é que a pandemia de Covid-19 e o pós-Covid podem ter influenciado a preocupação com o sistema imunológico e possíveis reações alérgicas.

O estudo está disponível na íntegra para consulta e download aqui

Abril 2024
Salvar aos favoritos Compartilhar

A geriatria é a especialidade médica responsável por estudar, prevenir e tratar doenças relacionadas ao envelhecimento. Na saúde suplementar, vem se observando, ao longo dos anos, um crescimento constante do número de beneficiários na faixa etária de 60 anos ou mais. Para se ter uma ideia, em 2023, foi registrado número recorde desse público: 7,5 milhões de idosos com planos de assistência médico-hospitalar. 

Mas apesar do grande número de beneficiários neste grupo etário, o estudo do IESS “Número de consultas da Saúde Suplementar: Evolução entre 2019 e 2022” identificou uma queda expressiva de 32,5% nas consultas com especialistas em geriatria. No primeiro ano da análise, o registro foi de 1,6 milhão de procedimentos e no ano retrasado, 1 milhão. 

Ao analisar ano a ano, as consultas com essas especialidades tiveram uma queda constante entre 2019 e 2021 e só voltaram a aumentar em 2022. Veja abaixo:

Variação das consultas com geriatras entre os anos

- 2019 (1,67 MI) para 2020 (1,34 MI): -17,8%
- 2020 (1,3 MI) para 2021 (1,03 MI): -24,8%
- 2021 (1 MI) para 2022 (1,08 MI): 5%
- 2019 (1,67 MI) para 2022 (1,08 MI): -32,5%

O estudo aponta que a pandemia de Covid-19 pode ter influenciado nessa oscilação, uma vez que os idosos eram grupo de risco e foram orientados a tomarem medidas rigorosas de
isolamento social.  Muitos adiaram consultas médicas e exames a fim de diminuir as chances de se expor ao vírus.

A análise do IESS foi baseada em dados do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar de 2023 da ANS e está disponível na íntegra para consulta e download aqui