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Emprego na saúde suplementar cresce três vezes mais que no conjunto da economia em 2018
20/02/2019

O número de postos de trabalho formal na cadeia da saúde suplementar cresceu 3,4% em 2018, o que equivale a criação de 114,1 mil postos de trabalho. No total, o setor emprega 3,5 milhões de pessoas, ou seja, 8,1% da força de trabalho no País. Os dados estão na nova edição do Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar.

O relatório mostra que a saúde suplementar cresceu mais do que o triplo da economia como um todo, que registrou aumento de 1% no acumulado de 2018. Reforçando a importância do segmento na retomada de empregos formais no País, especialmente neste período em que a expansão da mão de obra segue baseada no mercado informal.

Todas as regiões do Brasil apresentaram crescimento no saldo de contratações (diferença entre admitidos e demitidos) ao longo do ano, com destaque para Sudeste e Centro-Oeste. Enquanto a primeira se destacou pelo saldo absoluto, de mais de 30 mil contratações na comparação com dezembro de 2017, a região Centro-Oeste se sobressai pelo saldo de 2018 ser mais do que o dobro do ano anterior: passando de 7,5 mil, em 2017, para 16,4 mil.

Na análise do mesmo período por subsetor, o segmento de Prestadores foi o que apresentou maior crescimento, de 3,6% na base comparativa, seguido de Operadoras, que cresceram 2,8% e Fornecedores, com aumento de 2,7%. 

Além de apresentar o maior crescimento, o subsetor de Prestadores também é o que mais emprega, respondendo por 2,5 milhões de ocupações, ou 71,6% do total do setor. Já o subsetor de fornecedores emprega 843,6 mil pessoas (24% do total) enquanto as operadoras e seguradoras empregam 155,8 mil pessoas (4,4%).

O índice para o estoque de empregos da cadeia suplementar foi de 141, mesmo nível do mês anterior. Já o índice do mercado nacional apresentou queda em relação ao mês anterior, atingindo o valor de 110, frente a 111 em novembro de 2018. A base para o indicado de base 100 é o ano de 2009.

Mercado de trabalho e os planos de saúde
19/02/2019

Como já mostramos, o total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares teve a primeira alta na comparação anual desde 2014. Os dados que integram a última edição da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) mostram que o segmento encerrou 2018 com 47,4 milhões de beneficiários, alta de 0,4% em relação ao ano anterior. No total, foram firmados 200,2 mil novos vínculos de janeiro a dezembro.

Além disso, os planos de saúde exclusivamente odontológicos fecharam 2018 com 1,4 milhão de vínculos a mais do que em 2017. Avanço de 6,2%. Com isso, o segmento passou a atender 24,2 milhões de beneficiários.

Já a análise especial da NAB abordou a relação do mercado de trabalho com o total de beneficiários de planos médico-hospitalares. Como reforçamos periodicamente, a redução do número de vínculos nessa categoria foi observada entre 2015 e 2017, principalmente, pelo desempenho negativo do mercado de trabalho formal no país, que impacta diretamente no número de beneficiários de planos coletivos empresariais

Como é sabido, a contratação de planos de saúde coletivos empresariais é diretamente influenciada pelo mercado de trabalho com carteira assinada (esse tipo de contratação, representou 67,0% do total de vínculos de planos médico-hospitalares em 2018). Segundo dados da Pnad, do IBGE, a taxa de desocupação no 4º trimestre de 2018 foi de 11,6%, e essa foi a menor taxa desde o 1º trimestre de 2017, que registou 13,7%. 

Embora esse seja um resultado positivo para a economia brasileira, esse resultado está atrelado ao crescimento do número de trabalhadores informais. A análise mostra que o número de trabalhadores informais chegou ao maior valor já registrado desde 2012, alcançando os 42,4 milhões.

Levantamentos feitos com economistas e analistas da Tendências, Ibre/FGV, GO Associados, Banco Fator, MB Associados e BTG Pactual apontam que, em 2019, de 590 a 870 mil novas vagas com carteira assinada devem surgir. No entanto, o trabalho informal deve continuar superando o emprego formal, e a taxa de desemprego ainda deve ficar acima de 10%. 

A lenta criação de empregos com carteira assinada deve impactar diretamente no setor de saúde suplementar. Espera-se que 2019 apresente indicadores econômicos positivos, mas se isso não acontecer, o segmento pode permanecer estagnado por mais um tempo.

Veja a análise completa na recente edição da NAB.

Novo paradigma com a Telemedicina
18/02/2019

Mesmo quem não é do setor tem sido impactado pelo assunto nas últimas semanas. As novas regras para uso da telemedicina definidas na resolução 2.227/2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM), deverão entrar em vigor no mês de maio, mas já levantaram intensos debates entre especialistas. 

Isso porque, ao mesmo tempo em que a resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), o CFM reabriu o debate público por mais 60 dias sobre as normas que determinam as regras para consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento à distância. Nós já falamos do tema aqui, mostrando como a Telemedicina pode auxiliar no contato entre médicos e pacientes.

Entre os debates sobre o tema, um bom ponto foi apresentado por Sandra Franco, consultora jurídica e presidente da Academia Brasileira de Direito Médico e da Saúde. A especialista aponta o mesmo benefício que apresentamos, já que a norma permite que médicos atendam pacientes em áreas de difícil acesso, por exemplo, usando um computador ou smartphone.

Doutoranda em Telemedicina, Sandra afirma que é o avanço da tecnologia no setor de saúde é inevitável. “Não podemos ser contrários ao uso da tecnologia responsável na saúde, em especial em um país com a nossa realidade. Esse não é o momento de se insurgir em críticas e tentar evitar o inevitável: o avanço da Tecnologia na Medicina. Em outros países, a Telemedicina já é uma realidade há muito tempo. Assim, devemos canalizar as energias para buscar as ferramentas necessárias para instrumentalizar a resolução da maneira mais ética, juridicamente segura e favorável aos pacientes e profissionais da saúde”, ressalta.

A especialista vai além e lembra dos pontos positivos trazidos pelo modelo em outros países. “A Telemedicina (em um conceito amplo) existe há muito tempo em hospitais e planos de saúde de outros países do mundo como, por exemplo, EUA e Inglaterra. Estudos locais apontam que para resultados positivos e diminuição de custos. O uso da Telemedicina de forma adequada e regulamentada será favorável para os médicos e para a sociedade”, conclui.

Veja a matéria publicada no Diário de Petrópolis.

 

Riscos do autodiagnóstico via internet
15/02/2019

Ainda esta semana falamos sobre o uso da tecnologia em prol da medicina diagnóstica com o caso da China, em que a clínica Ping An Good Doctor realiza diagnósticos em até 1 minuto sem a presença de um único funcionário, apenas contando com inteligência artificial e a consulta a um banco de dados com mais de 2 mil doenças comuns. 

No entanto, os excessos na confiança e substituição da tecnologia pelos métodos tradicionais também pode trazer malefícios para o paciente e o setor. Pesquisa inédita divulgada esta semana em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou que 26% dos brasileiros recorrem primeiro para pesquisas no Google ao se depara com um problema de saúde. 

O dado é de um estudo da própria plataforma sobre como os brasileiros pesquisam e consomem conteúdo de saúde no site de buscas e no YouTube, pertencente ao mesmo grupo. O Brasil foi o País em que as buscas referentes à saúde mais cresceram no mundo no último ano. Pesquisas sobre esse tema cresceram 17,3%, enquanto as de cuidados com cabelos aumentaram 3% e as de maquiagem caíram 4%.

“Na falta de acesso ao sistema de saúde, o brasileiro recorre muito à internet para tentar solucionar seus problemas. A internet acaba sendo um dos únicos recursos para as classes C, D e E”, disse Fabiana Kawahara, gerente de Insights e Analytics do Google Brasil para a reportagem do jornal. Vale lembrar que enquanto a saúde suplementar abrange cerca de 25% dos brasileiros, aproximadamente 79% contam com acesso à internet.

O hábito, no entanto, traz riscos à saúde. Claro que o empoderamento do paciente é benéfico, mas há grande quantidade de informação incorreta ou exagerada circulando na rede. Isso faz com que mais brasileiros adotem práticas ou tratamentos sem evidência científica. Outro problema alertado pela reportagem é o aparecimento dos chamados cibercondríacos, aqueles que ficam angustiados com a ideia de terem uma grave doença por conta dos conteúdos lidos online.

Confira a reportagem na íntegra e lembre-se: apenas o profissional de saúde está apto para fornecer diagnósticos precisos. 

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A saúde suplementar traduzida em dados de forma simples e prática

Infográficos didáticos explicam como funciona a saúde suplementar no país

VÍDEOS

Cuidados paliativos e dignidade humana na era da máxima tecnologia na saúde

O papel do Núcleo de Apoio Técnico na tomada de decisões do Poder Judiciário em controvérsias do setor de saúde

Abertura do seminário IESS "Decisões na Saúde"

PODCASTS

DOCUMENTOS

Arcabouço normativo para prevenção e combate à fraude na saúde suplementar no Brasil

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Análise da Pesquisa Nacional de Saúde

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O Setor de Saúde na Perspectiva Macroeconômica: 2010 – 2015

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